PORTUCÁLIA

Julho 25 2013

AS   GRANDES CERVEJARIAS ESas grandes  cervejarias  estão colocando mais milho do que é permitido e  devem estar  achando que o brasileiro  deve ser semelhante aos muares, isto é , cavalos, burros,  éguas que gostam muito de miulho POIS A  QUANTIDADE DE  MILHO QUE COLOCAM NAS  CERVEJAS É MUITO MAIS DO QUE O PERMITIDO.  VEJAM NO COPO AO LADO AS CERVEJAS QUE  TÊM UMA DOSE DE MILHO PARA MUAR.  AS CERVEJARIAS, COMO SEMPRE, NÃO RECONHECEM A  MALANDRAGEM E TENTAM COLOCAR DEFEITO NA PESQQUISA DA USP E LOGO NA USP UMA DAS MELHORES UNIVERSIDADE DO MUNDO.  O RECURSO PARA QUEM  ALGUNS  REAIS A MAIS É ESCOLHER  UMA CEVA  ESTRANGEIRA E DEIXAR DE LADO A NACIONAL.  

publicado por portucalia às 20:23

Abril 17 2013

Brasileiros revolucionam fabricação de cimento

Com informações da Agência USP - 17/04/2013

Brasileiros revolucionam fabricação de cimento
Engenheiros alemães apresentaram recentemente uma técnica para reciclagem cimento e concreto usando raios.[Imagem: Fraunhofer IBP]

Cientistas da Escola Politécnica da USP desenvolveram uma nova técnica para a fabricação de cimento combinando matérias-primas simples com ferramentas e conceitos avançados na gestão do processo industrial.

O resultado pode ser uma revolução mundial na indústria cimenteira.

Segundo o professor Vanderley John, um dos responsáveis pelo projeto, o novo processo industrial permitirá dobrar a produção mundial de cimento sem precisar construir novos fornos e, portanto, sem aumentar as emissões de gases de efeito estufa.

O cimento Portland tradicional é composto basicamente por argila e calcário, substâncias que, quando fundidas em um forno sob altas temperaturas, transformam-se em pequenas bolotas chamadas clínquer.

Esses grãos de clínquer são moídos com o mineral gipsita (matéria-prima do gesso) até virarem pó.

"Estima-se que para cada tonelada de clínquer são emitidos entre 800 e 1.000 quilos de CO2, incluindo o CO2 gerado pela decomposição do calcário e pela queima do combustível fóssil (de 60 a 130 quilos por tonelada de clínquer)", diz o professor John.

"A indústria busca alternativas para aumentar a ecoeficiência do processo substituindo parte do clínquer por escória de alto-forno de siderúrgicas e cinza volante, resíduo de termelétricas movidas a carvão. O problema é que a indústria do aço e a geração de cinza crescem menos que a produção de cimento, o que inviabiliza essa estratégia a longo prazo," explica ele.

Carga bem distribuída

A nova tecnologia consiste basicamente em aumentar a proporção de carga (filler) na fórmula do cimento Portland, adicionando dispersantes orgânicos que afastam as partículas do material e possibilitam menor uso de água na mistura com o clínquer.

A carga é uma matéria-prima à base de pó de calcário que dispensa tratamento técnico (calcinação), processo que, na fabricação do cimento, é responsável por mais de 80% do consumo energético e 90% das emissões de CO2.

A fórmula para calcular a quantidade de carga no cimento é usada desde 1970, estabelecendo que a quantidade do material de preenchimento não poderia ser alta porque havia o risco de comprometer a qualidade do produto.

Brasileiros revolucionam fabricação de cimento
Outra equipe brasileira já havia desenvolvido um cimento alternativo capaz de substituir até 80% do cimento portland. [Imagem: Ag.USP]

Os pesquisadores brasileiros descobriram que isto não é verdade.

"Em laboratório, foi possível chegar a teores de 70% de filler, sendo que atualmente ele está entre 10% e 30%", afirma John. "Com isso será possível dobrar a produção mundial de cimento sem construir mais fornos e, portanto, sem aumentar as emissões".

A solução veio da matemática, mais especificamente de estudos que, muitas vezes, parecem teorias sem qualquer ligação com a praticidade do mundo industrial.

"A tecnologia é baseada em modelos de dispersão e empacotamento de partículas que possibilita organizar os grãos por tamanho, favorecendo a maleabilidade do cimento", diz o professor Rafael Pileggi, coautor do estudo. "Por meio da reologia, ramo da ciência que estuda o escoamento dos fluidos, obteve-se misturas fluidas com baixo teor de clínquer e outros ligantes como a escória. Também foi possível reduzir a quantidade de cimento e água utilizados na produção de concreto, sem perda da qualidade".

"O estudo atual mostrou que é possível mudar a forma como se fabrica cimento, concretos e argamassas", comemora John. "Agora é preciso desenvolver uma tecnologia de moagem sofisticada em escala industrial."

A Escola Politécnica da USP já está negociando parcerias com as indústrias cimenteiras para aperfeiçoar e transferir a nova técnica.

 

 

publicado por portucalia às 15:04

Abril 17 2013

Brasileiros revolucionam fabricação de cimento

Com informações da Agência USP - 17/04/2013

Brasileiros revolucionam fabricação de cimento
Engenheiros alemães apresentaram recentemente uma técnica para reciclagem cimento e concreto usando raios.[Imagem: Fraunhofer IBP]

Cientistas da Escola Politécnica da USP desenvolveram uma nova técnica para a fabricação de cimento combinando matérias-primas simples com ferramentas e conceitos avançados na gestão do processo industrial.

O resultado pode ser uma revolução mundial na indústria cimenteira.

Segundo o professor Vanderley John, um dos responsáveis pelo projeto, o novo processo industrial permitirá dobrar a produção mundial de cimento sem precisar construir novos fornos e, portanto, sem aumentar as emissões de gases de efeito estufa.

O cimento Portland tradicional é composto basicamente por argila e calcário, substâncias que, quando fundidas em um forno sob altas temperaturas, transformam-se em pequenas bolotas chamadas clínquer.

Esses grãos de clínquer são moídos com o mineral gipsita (matéria-prima do gesso) até virarem pó.

"Estima-se que para cada tonelada de clínquer são emitidos entre 800 e 1.000 quilos de CO2, incluindo o CO2 gerado pela decomposição do calcário e pela queima do combustível fóssil (de 60 a 130 quilos por tonelada de clínquer)", diz o professor John.

"A indústria busca alternativas para aumentar a ecoeficiência do processo substituindo parte do clínquer por escória de alto-forno de siderúrgicas e cinza volante, resíduo de termelétricas movidas a carvão. O problema é que a indústria do aço e a geração de cinza crescem menos que a produção de cimento, o que inviabiliza essa estratégia a longo prazo," explica ele.

Carga bem distribuída

A nova tecnologia consiste basicamente em aumentar a proporção de carga (filler) na fórmula do cimento Portland, adicionando dispersantes orgânicos que afastam as partículas do material e possibilitam menor uso de água na mistura com o clínquer.

A carga é uma matéria-prima à base de pó de calcário que dispensa tratamento técnico (calcinação), processo que, na fabricação do cimento, é responsável por mais de 80% do consumo energético e 90% das emissões de CO2.

A fórmula para calcular a quantidade de carga no cimento é usada desde 1970, estabelecendo que a quantidade do material de preenchimento não poderia ser alta porque havia o risco de comprometer a qualidade do produto.

Brasileiros revolucionam fabricação de cimento
Outra equipe brasileira já havia desenvolvido um cimento alternativo capaz de substituir até 80% do cimento portland. [Imagem: Ag.USP]

Os pesquisadores brasileiros descobriram que isto não é verdade.

"Em laboratório, foi possível chegar a teores de 70% de filler, sendo que atualmente ele está entre 10% e 30%", afirma John. "Com isso será possível dobrar a produção mundial de cimento sem construir mais fornos e, portanto, sem aumentar as emissões".

A solução veio da matemática, mais especificamente de estudos que, muitas vezes, parecem teorias sem qualquer ligação com a praticidade do mundo industrial.

"A tecnologia é baseada em modelos de dispersão e empacotamento de partículas que possibilita organizar os grãos por tamanho, favorecendo a maleabilidade do cimento", diz o professor Rafael Pileggi, coautor do estudo. "Por meio da reologia, ramo da ciência que estuda o escoamento dos fluidos, obteve-se misturas fluidas com baixo teor de clínquer e outros ligantes como a escória. Também foi possível reduzir a quantidade de cimento e água utilizados na produção de concreto, sem perda da qualidade".

"O estudo atual mostrou que é possível mudar a forma como se fabrica cimento, concretos e argamassas", comemora John. "Agora é preciso desenvolver uma tecnologia de moagem sofisticada em escala industrial."

A Escola Politécnica da USP já está negociando parcerias com as indústrias cimenteiras para aperfeiçoar e transferir a nova técnica.

 

 

publicado por portucalia às 15:02

Junho 13 2012

A USP (Universidade de São Paulo) foi a melhor colocada no ranking que classifica as universidades da América Latina. O levantamento foi feito pelo grupo britânico QS Consulting e divulgado nesta quarta-feira. 

 

Além da USP, duas outras instituições estão entre as dez mais bem avaliadas. Em terceiro lugar vem a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em nono. 

 

Ao todo, 65 universidades do Brasil estão entre as 250 avaliadas. Isso deixa o Brasil como o melhor posicionado no ranking da QS. 

 

O dado preocupante, é que algumas instituições tiveram resultados piores do que na última avaliação. A UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) é um desses exemplos. Na edição passada ficou em décimo e nesse aparece no 13º lugar.

 

A UNB (Universidade de Brasília) também teve um desempenho ruim, se comparado ao levantamento anterior. Caiu do 11º lugar para o 25º. Em contrapartida, a UFRJ subiu do 19º para nono este ano. 

 

A avaliação é feita a partir de indicadores, como o volume de produção científica, titulação dos professores e opinião de empresários. 

 

publicado por portucalia às 16:09

Março 16 2012
 
 

Supercomputador da USP faz 20 trilhões de cálculos por segundo
15 de março de 2012  08h35

Equipamento custou mais de R$ 1 milhão. Foto: Marcos Santos/USP Imagens/Divulgação

Equipamento custou mais de R$ 1 milhão
Foto: Marcos Santos/USP Imagens/Divulgação

A Universidade de São Paulo (USP) adquiriu e começa a colocar em funcionamento neste mês um supercomputador que consegue fazer 20 trilhões de cálculos por segundo e é considerado um dos cinco mais rápidos do Brasil. O supercomputador custou mais de R$ 1 milhão e tem 2,304 mil processadores.

 

A máquina, cerca de 100 vezes mais rápida que o computador mais potente da universidade, será usada pelos pesquisadores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP e do Núcleo de Astrofísica Teórica da Universidade Cruzeiro do Sul, entidade parceira do projeto. Comprada com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), terá 10% do tempo de seu funcionamento destinado à comunidade astrofísica do país.

O primeiro teste de cálculo feito com o equipamento já demonstrou o potencial da nova máquina. Com o computador antigo, o procedimento levava uma hora e meia. Usando apenas metade da capacidade do novo superprocessador, o teste levou um minuto e 57 segundos. "Esse computador nos coloca entre os institutos líderes do mundo para fazer computação de alta performance", destaca a professora de Astronomia da USP Elisabete Dal Pino. "Com o computador você pode modelar criar virtualmente um modelo baseado em teoria uma galáxia, colisões entre galáxias, colisões entre estrelas. Pode modelar a morte ou nascimento de uma estrela. E pode comparar esses modelos com o que você consegue obter em observações a partir de telescópios", ressalta.

publicado por portucalia às 13:43

Março 15 2012

Universidade foi citada em ranking internacional de reputação e é a única da América Latina na lista

USP é a única universidade latino-americana que aparece no ranking / Jorge Maruta/ USP ImagensUSP é a única universidade latino-americana que aparece no rankingJorge Maruta/ USP Imagens
Da Redação noticias@band.com.br

 

A USP (Universidade de São Paulo) foi classificada entre as 100 universidades com melhor reputação de todo o mundo. A instituição foi citada pelo World Reputation Ranking, elaborado pelo The Times Higher Education, em parceria com a Thomson Reuters, aparecendo entre o 61º e o 70º lugar. É a única universidade latino-americana a figurar nessa classificação.

O ranking, que está em sua segunda edição, é uma vertente da classificação anual das universidades, elaborada pelo The Times, que envolve 13 critérios (como relação aluno/professor, quantidade de discentes e docentes estrangeiros, número de trabalhos científicos publicados, dinheiro aplicado em pesquisa etc.) e na qual a USP aparece em 178º lugar.

O World Reputation Ranking se baseia nos resultados de consultas realizadas junto a mais de 17,5 mil acadêmicos de mais de 135 países. O ranqueamento das instituições é elaborado tendo como principal critério a excelência na pesquisa e no ensino.

Os pontos para avaliar a reputação são referentes ao número de vezes que uma instituição foi citada pelos entrevistados como sendo a melhor em seus respectivos campos de conhecimento.

 

publicado por portucalia às 13:49

PORTUCÁLIA é um blog que demonstra para os nossos irmãos portugueses como o governo brasileiro é corrupto. Não se iludam com o sr. Lula.Textos literários e até poesia serão buscados em vários autores.
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