PORTUCÁLIA

Agosto 04 2013

EVANGELHO QUOTIDIANO

"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna". João 6, 68


Domingo, dia 04 de Agosto de 2013

18º Domingo do Tempo Comum - Ano C


Festa da Igreja : Décimo Oitavo Domingo do Tempo Comum
Santo do dia : S. João Maria Vianney, presbítero, +1859 

Ver comentário em baixo, ou carregando aqui 
São Basílio c. 330-379): Construir outros celeiros 

Livro de Eclesiastes 1,2.2,21-23.

Ilusão das ilusões - disse Qohélet - ilusão das ilusões: tudo é ilusão. 
Porque há quem se esforce com sabedoria, conhecimento e bom êxito, para deixar o fruto do seu labor a outro que não se esforçou. Também isto é ilusão e grande mal. 
Pois que resta ao homem de todo o seu esforço, de toda a azáfama com que se afadigou debaixo do Sol? 
Todos os seus dias são apenas dor e todo o seu trabalho, apenas arrelia; mesmo durante a noite o seu coração não se aquieta. E também isto é ilusão. 


Carta aos Colossenses 3,1-5.9-11.

Irmãos: Portanto, já que fostes ressuscitados com Cristo, procurai as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus. 
Aspirai às coisas do alto e não às coisas da terra. 
Vós morrestes e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. 
Quando Cristo, a vossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com Ele em glória. 
Crucificai os vossos membros no que toca à prática de coisas da terra: fornicação, impureza, paixão, mau desejo e a ganância, que é uma idolatria. 
Não mintais uns aos outros, já que vos despistes do homem velho, com as suas acções, 
e vos revestistes do homem novo, aquele que, para chegar ao conhecimento, não cessa de ser renovado à imagem do seu Criador. 
Aí não há grego nem judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro, cita, escravo, livre, mas Cristo, que é tudo e está em todos. 


Evangelho segundo S. Lucas 12,13-21.

Naquele tempo, alguém do meio da multidão, disse a Jesus: «Mestre, diz a meu irmão que reparta a herança comigo.» 
Ele respondeu-lhe: «Homem, quem me nomeou juiz ou encarregado das vossas partilhas?» 
E prosseguiu: «Olhai, guardai-vos de toda a ganância, porque, mesmo que um homem viva na abundância, a sua vida não depende dos seus bens.» 
Disse-lhes, então, esta parábola: «Havia um homem rico, a quem as terras deram uma grande colheita. 
E pôs-se a discorrer, dizendo consigo: 'Que hei-de fazer, uma vez que não tenho onde guardar a minha colheita?' 
Depois continuou: 'Já sei o que vou fazer: deito abaixo

os meus celeiros, construo uns maiores e guardarei lá o meu trigo e todos os meus bens. 
Depois, direi a mim mesmo: Tens muitos bens em depósito para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te.' 
Deus, porém, disse-lhe: 'Insensato! Nesta mesma noite, vai ser reclamada a tua vida; e o que acumulaste para quem será?' 
Assim acontecerá ao que amontoa para si, e não é rico em relação a Deus.» 



Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org 



Comentário do dia: 

São Basílio c. 330-379), monge, bispo de Cesareia na Capadócia, doutor da Igreja 
Homilia 6, sobre as riquezas 

Construir outros celeiros


«Insensato! Nesta mesma noite, vai ser reclamada a tua vida; e o que acumulaste, para quem será?» A conduta deste homem é tanto mais ridícula, quanto o castigo eterno será rigoroso. Com efeito, que projectos abriga no seu espírito esse homem que em breve vai partir deste mundo? «Deito abaixo os meus celeiros e construo uns maiores.» Quanto a mim, dir-lhe-ia de bom grado: fazes bem, e assim são demolidos com justa causa os celeiros da injustiça, pois que destróis com as tuas próprias mãos, de alto a baixo, o que construíste de maneira desonesta. Deita por terra as reservas desse trigo que nunca saciou ninguém e lança a razia sobre os silos que guardam a tua avareza. Arranca-lhes os tectos, derruba-lhes as paredes e expõe à luz do sol esse trigo cheio de mofo até saírem de sua prisão as riquezas até então cativas. [...] 


«Deito abaixo os meus celeiros e construo uns maiores». E uma vez que os tenhas voltado a atafulhar, qual será a tua decisão? Demoli-los-ás para construir outros ainda maiores? Haverá maior insensatez do que atormentar-se sem fim, construindo obstinadamente para depois demolir? Se quiseres, os teus celeiros podem ser as casas dos pobres: «acumulai tesouros no céu», e tudo o que neles for armazenado «a traça e a ferrugem não corroem e (...) os ladrões não arrombam nem furtam» (Mt 6,20).




publicado por portucalia às 17:15

Fevereiro 13 2012
Há mais de 30 anos eu perguntei a um filósofo amigo porque, no Brasil,  o Verbo não se fazia CARNE e os políticos diziam e mentiam sem que não houvesse uma reação popular ?  Tranquilamente ele me explicou que na consciênciad do povo, em geral, o Verbo havia se esgotado e dizer e não dizer era a mesma coisa.  Aqui, prosseguiu, nunca acontecerá uma revolução como a que mudou o regime na Rússia.  Para ele o povo brasileiro só mudaria seu modo de ser se houvesse um conflito global e de magnitude total que causasse milhões de mortes como uma hecatombe que atingisse todo o litoral do país.  Neste caso a dor, o sofrimento e os milhões de mortos levariam a uma mudança de comportamento coletivo.  Caso isto não aconteça, concluiu meu amigo filósofo, o brasileiro continuará a ser sem caráter, corrupto, cometendo todos os pecados e sem nenhum temor a Deus, seja qual for o seu nome.  Este dia chegará ?
publicado por portucalia às 18:44

Fevereiro 13 2012

 

 

 

 

Em primeiro lugar informo que não sou judeu.  O meu interesse pela Cabala  vem da minha filha Cláudia que pertence a uma seita chamada de “Chaves de Enoch”.  Posso também pensar que vem de sua infância.  Quando morávamos em Belo Horizonte havia uma escola judaica que desejava  fazer uma integração de crianças brasileiras com as judias.  Uma amiga nossa, dra. Aspásia, já falecida, e uma assistente social Valderez ,convenceu-nos que  se a nossa filha com os seus 6 ou 7 anos fosse estudar naquela escola seria bom para seu deenvolvimento.  Ela estudou naquela escola e não sei o que aprendeu.  Viria deste passado seu interesse pela Cabala que é uma construção religiosa  dos judeus ?  Não sei.  Livros sobre a Cabala existem muitos e não passam de grossas porcarias com especulações desvairadas.  Este livro que estou lendo me parece sério e bem feito.  Sua autora,  Elisabeth Clare Prophet é respeitada nos Estados Unidos e seu livro no Brasil, editado na ” Nova Era” já chegou à 5a edição,  o que é um milagre.  É apresentado em 10 capítulos indo do “Big-Bang e o Misticismo Judaico e termina  com orações a D-us e seus vários nomes.  Para quem conhece o alfabeto hebraico  alguns capítulos  mostram os mesmos. O cap.  3, sobre a Árvore da Vida e as Sefirot é um dos mais complexos e foi construído com ilustrações e farta citação de grandes  cabalistas  dos séculos passados.  Existem alguns pontos de contato com a Teologia Católica como  o problenma  do D-us  Uno e Trino.  Tive minha atenção especilmente chamada para a oração que todo judeu deve fazer  ao acordar e ao adormecer que é a  Shemá.  Ela é muito linda na sua totalidade e aparece num dos Evangelhos quando os doutores da Lei  perguntaram ao Cristo  qual era o maior dos mandamentos porque Moisés havia deixado mais de 300.  Jesus responde com a Shemá cuja tradução é a seguinte “  Ouve Israel, O Senhor é nosso D-us, o Senhor  é o Único Senhor. “  Esta oração é uma afirmação do Deus Único num mundo que era e que ainda é  politeista.  Os judeus que morreram no Holocausto que o presidente do Irã nega ter existido iam cantando a Shemá para  as câmaras de gás.  Não sei se este livro é para mim  um caminho para a Sabedoria.  Sei apenas que é bem feito e que abrange temas que são centrais para a Cabala.  Eu decorei a Shemá em hebraico e passei recitá-la quando vou dormir.  Nos dias de hoje cheio de tantos  “deuses” penso que é mais do que necessário.

SHEMÁ ISRAEL

Posted On 6 06UTC junho 06UTC 2010

Arquivado em Uncategorized
Tags: AdonaiDeus ÚnicoIsrael,Prece diária do JudeuShemá Israel

Comments Dropped deixe uma resposta

De um site religioso copiei esta prece “Shemá Israel” para o seu conhecimento e mostrar  como os judeus levam a sério a formação dos seus filhos.  Vejam só que desde o berço a criança ouve o “Shemá” e esta pequena oração de afirmação de um Deus Único  o acompanha diariamente e deve ser recitada ao levantar e ao deitar.  Se Vc. deseja ter mais informações escreva Shemá no Google e poderá pesquisar muitos artigos.  Do meu lado irei incorporar esta prece nas minhas orações diárias embora não seja judeu.  O Editor

Ao nascer
Antes que nossos bêbes comecem a balbuciar suas primeiras palavras, logo ao nascer, já introduzimos valores judaicos fundamentais em suas vidas. Logo ao acordar recitamos “Môde Ani” e o “Shemá”. Ao estarem quase adormecidos, ainda despertos, bem alimentados, banhados e confortavelmente embrulhados em seus pijaminhas quase a ponto de serem depositados em seu berço, cobrimos seus olhos e recitamos o “Shemá”. A afirmação, “Ouve Israel…” que os acompanharão para sempre.
O que faz esta prece ser tão genuina e especial a ponto de incutirmos em nossos filhos, do início ao final de suas vidas?
O “Shemá” é garantia que terão sonos tranquilos e uma vida segura?

Ao anoitecer

Assim como o “Shemá” faz parte das primeiras palavras a serem repetidas por nossas crianças, ele acompanha cada judeu ao longo de sua jornada.

É uma afirmação de nossa fé e confiança em um D’us único e verdadeiro a quem devemos todas as bênçãos recebidas, desde o momento de nosso despertar, ao deitar, bem como nos momentos finais de nossa vida.

A geração de nossos pais ou avós levaram cada palavra do Shemá a seus lábios a caminho dos fornos crematórios, e antes disto, nas fogueiras da inquisição. O princípio que está para sempre moldado na pronúncia desta afirmação, é que a fé e lealdade de um judeu a D’us é inabalável, mesmo que para isto precise pagar com sua própria vida, mesmo que hoje esteja mais distante e ainda não tenha descoberto o incalculável valor de sua herança, mesmo que se torne presa fácil, por falta de conhecimento, de caçadores anielígenas de almas para rebanhos alheios: o Shemá e sua neshamá (alma judaica, a faísca Divina) sempre estarão conectadas.
É dever de todo e cada judeu ensinar o “Shemá” a seus filhos, em todas as gerações, sem esquecer a obrigação de amar e ensinar também a cada irmão judeu, por mais distante que se encontre hoje. Deverá fazê-lo escutar e se aproximar.

A prece

A leitura do Shemá é um mandamento positivo da Torá que deve ser cumprido duas vezes ao dia: pela manhã na prece de Shacharit e após o anoitecer na prece de Arvit. Uma vez que o Shemá da manhã deve ser lido no primeiro quarto do dia, é aconselhável lê-lo logo após as Bênçãos Matinais, antes da prece de Shacharit para não atrasar este horário (e durante a prece de Shacharit, o Shemá será lido novamente na seqüência normal da prece).

O Shemá é composto de três trechos da Tor á (Deut. 6:4-9; 11:13-21; e Núm. 15:37-41) que devem ser lidos cuidado-samente e sem interrupção, seja por palavras, seja por gestos. Os homens costumam beijar os tsitsit (na leitura do Shemá de dia) cada vez que mencionam esta palavra no meio do terceiro parágrafo do Shemá e também na última palavra (“emet”).

Cobrem-se os olhos com a mão direita ao recitar o primeiro versículo do Shemá para maior concentração. Ao pronunciar o nome de D’us (“A-do-nai”), deve-se ter em mente que Ele é Eterno, i.e., existe, existiu e existirá. A última palavra do primeiro versículo (“Echad”), composta de três letras hebraicas, deve ser pronunciada com ênfase especial, enquanto se reflete sobre seu significado: a primeira letra, alef, com valor numérico 1, diz respeito ao D’us Único; a segunda, chet, com valor numérico 8, significa que Ele tem soberania absoluta sobre os Sete Céus e a Terra; a terceira, dalet, com valor numérico 4, lembra que Ele também domina os quatro pontos cardeais.

No final do terceiro trecho, as três últimas palavras antes de “emet” são repetidas somente quando a pessoa reza sem minyan.

Shemá Yisrael, A-do-nai E-lo-hê-nu, A-do-nai Echad.

(Em voz baixa:)Baruch shem kevod malchutô leolam vaed.
Veahavtá et A-do-nai E-lo-hê-cha, bechol levave-chá uvchol nafshechá uvchol meodêcha. Vehayu ha-devarim haêle, asher Anochi metsavechá hayom al levavêcha. Veshinantam levanêcha vedibartá bam, beshivtechá bevetêcha, uvlechtechá vadêrech uv-shochbechá uvcumêcha. Ucshartam leot al yadê-cha vehayu letotafot ben enêcha. Uchtavtam al mezuzot betêcha uvish’arêcha.
Ouve, Israel, A-do-nai é nosso D’us, A-do-nai é Um. (Em voz baixa:) Bendito seja o nome da glória de Seu reino para toda a eternidade.Ao nascer

Antes que nossos bêbes comecem a balbuciar suas primeiras palavras, logo ao nascer, já introduzimos valores judaicos fundamentais em suas vidas. Logo ao acordar recitamos “Môde Ani” e o “Shemá”. Ao estarem quase adormecidos, ainda despertos, bem alimentados, banhados e confortavelmente embrulhados em seus pijaminhas quase a ponto de serem depositados em seu berço, cobrimos seus olhos e recitamos o “Shemá”. A afirmação, “Ouve Israel…” que os acompanharão para sempre.

O que faz esta prece ser tão genuina e especial a ponto de incutirmos em nossos filhos, do início ao final de suas vidas?

O “Shemá” é garantia que terão sonos tranquilos e uma vida segura?

Ao anoitecer

Assim como o “Shemá” faz parte das primeiras palavras a serem repetidas por nossas crianças, ele acompanha cada judeu ao longo de sua jornada.

É uma afirmação de nossa fé e confiança em um D’us único e verdadeiro a quem devemos todas as bênçãos recebidas, desde o momento de nosso despertar, ao deitar, bem como nos momentos finais de nossa vida.

A geração de nossos pais ou avós levaram cada palavra do Shemá a seus lábios a caminho dos fornos crematórios, e antes disto, nas fogueiras da inquisição. O princípio que está para sempre moldado na pronúncia desta afirmação, é que a fé e lealdade de um judeu a D’us é inabalável, mesmo que para isto precise pagar com sua própria vida, mesmo que hoje esteja mais distante e ainda não tenha descoberto o incalculável valor de sua herança, mesmo que se torne presa fácil, por falta de conhecimento, de caçadores anielígenas de almas para rebanhos alheios: o Shemá e sua neshamá (alma judaica, a faísca Divina) sempre estarão conectadas.

É dever de todo e cada judeu ensinar o “Shemá” a seus filhos, em todas as gerações, sem esquecer a obrigação de amar e ensinar também a cada irmão judeu, por mais distante que se encontre hoje. Deverá fazê-lo escutar e se aproximar.

A prece

A leitura do Shemá é um mandamento positivo da Torá que deve ser cumprido duas vezes ao dia: pela manhã na prece de Shacharit e após o anoitecer na prece de Arvit. Uma vez que o Shemá da manhã deve ser lido no primeiro quarto do dia, é aconselhável lê-lo logo após as Bênçãos Matinais, antes da prece de Shacharit para não atrasar este horário (e durante a prece de Shacharit, o Shemá será lido novamente na seqüência normal da prece).

O Shemá é composto de três trechos da Tor á (Deut. 6:4-9; 11:13-21; e Núm. 15:37-41) que devem ser lidos cuidado-samente e sem interrupção, seja por palavras, seja por gestos. Os homens costumam beijar os tsitsit (na leitura do Shemá de dia) cada vez que mencionam esta palavra no meio do terceiro parágrafo do Shemá e também na última palavra (“emet”).

Cobrem-se os olhos com a mão direita ao recitar o primeiro versículo do Shemá para maior concentração. Ao pronunciar o nome de D’us (“A-do-nai”), deve-se ter em mente que Ele é Eterno, i.e., existe, existiu e existirá. A última palavra do primeiro versículo (“Echad”), composta de três letras hebraicas, deve ser pronunciada com ênfase especial, enquanto se reflete sobre seu significado: a primeira letra, alef, com valor numérico 1, diz respeito ao D’us Único; a segunda, chet, com valor numérico 8, significa que Ele tem soberania absoluta sobre os Sete Céus e a Terra; a terceira, dalet, com valor numérico 4, lembra que Ele também domina os quatro pontos cardeais.

No final do terceiro trecho, as três últimas palavras antes de “emet” são repetidas somente quando a pessoa reza sem minyan.

Shemá Yisrael, A-do-nai E-lo-hê-nu, A-do-nai Echad.

(Em voz baixa:)Baruch shem kevod malchutô leolam vaed.
Veahavtá et A-do-nai E-lo-hê-cha, bechol levave-chá uvchol nafshechá uvchol meodêcha. Vehayu ha-devarim haêle, asher Anochi metsavechá hayom al levavêcha. Veshinantam levanêcha vedibartá bam, beshivtechá bevetêcha, uvlechtechá vadêrech uv-shochbechá uvcumêcha. Ucshartam leot al yadê-cha vehayu letotafot ben enêcha. Uchtavtam al mezuzot betêcha uvish’arêcha.
Ouve, Israel, A-do-nai é nosso D’us, A-do-nai é Um. (Em voz baixa:) Bendito seja o nome da glória de Seu reino para toda a eternidade.

publicado por portucalia às 17:47

Fevereiro 06 2012

O diálogo que editarei logo a seguir entre o judeu Kissinger e Mao é dos mais interessantes que encontrei no " Sobre a China".  Faço questão de citar o "judeu" Kissinger porque para mim ele é um exemplo, dentre os muitos  judeus, que se sobressaíram pela  inteligência, lucidez e pelo próprio esforço.  Emigrante da Alemanhã ele conquistou uma bolsa da Fulbright e entrou em Harvard, a mais famossa universidade americana.  Há que elogiar também o presidente Nixon que foi buscar este professor para  assessorá-lo nas relações internacionais.    E aqui, no Brasil ?  Quem o sr. Lula ou a sra Dilma Roussef convida para ajudá-los na arte de governar ?  Com a sra. Roussef todos os  7 que ela já demitiu não tinham boa   FOLHA CORRIDA na Polícia.  Triste este meu país.  Não somos sérios, como disse De Gaulle.  Felizmente eu acho que minha origem portuguesa- eu sou um dos Almeidas por quem o Tejo chora -

 é de se orgulhar e que meus irmãos são corretos e honestos.  Deliciemo-nos, contudo, com o diálogo dos dois e o silêncio de DEUS. 

O Presidente Ford estava em visita à China e Mao dirigiu-se a ele nos seguintes termos :

 

MAO -  Seu Secretário de Estado andou interferindo em meus assuntos internos.

FORD -  Fale-me a respeito. 

MAO -    Ele não deixa que eu parta e me encontre com Deus.  Diz até mesmo para eu desobedecer à ordem que Deus me deu.  Deus me enviou um convite, mas ele ( Kissinger) diz :  não vá. 

KISSINGER :  Seria uma combinação poderosa demais se ele fosse para lá. 

MAO :  Ele ( Kissinger) é um ateu.  Ele se opõe a Deus.  E também está estragando minha relação com Deus.  É um homem muito feroz e não me resta outra coisa a não ser obedecer às suas ordes.   (pag. 309) 

 

 

publicado por portucalia às 12:46

PORTUCÁLIA é um blog que demonstra para os nossos irmãos portugueses como o governo brasileiro é corrupto. Não se iludam com o sr. Lula.Textos literários e até poesia serão buscados em vários autores.
mais sobre mim
Outubro 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


pesquisar
 
subscrever feeds
blogs SAPO