PORTUCÁLIA

Abril 17 2013

EVANGELHO QUOTIDIANO

"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna". João 6, 68


Quarta-feira, dia 17 de Abril de 2013

Quarta-feira da 3ª semana da Páscoa


Santo do dia : Beata Maria Ana de Jesus, virgem, +1624,  Beata Catarina Tekakwitha, índia, mártir, +1680 

Ver comentário em baixo, ou carregando aqui 
Beata Teresa de Calcutá : «Eu sou o pão da vida» 

Livro dos Actos dos Apóstolos 8,1b-8.

No mesmo dia, uma terrível perseguição caiu sobre a igreja de Jerusalém. À excepção dos Apóstolos, todos se dispersaram pelas terras da Judeia e da Samaria. 
Entretanto, homens piedosos sepultaram Estêvão e fizeram por ele grandes lamentações. 
Quanto a Saulo, devastava a Igreja: ia de casa em casa, arrastava homens e mulheres e entregava-os à prisão. 
Os que tinham sido dispersos foram de aldeia em aldeia, anunciando a palavra da Boa-Nova. 
Foi assim que Filipe desceu a uma cidade da Samaria e aí começou a pregar Cristo. 
Ao ouvi-lo falar e ao vê-lo realizar milagres, as multidões aderiam unanimemente à pregação de Filipe. 
De facto, de muitos possessos saíam espíritos malignos, soltando grandes gritos, e numerosos paralíticos e coxos foram curados. 
E houve grande alegria naquela cidade. 


Evangelho segundo S. João 6,35-40.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não mais terá fome e quem crê em mim jamais terá sede. 
Mas já vo-lo disse: vós vistes-me e não credes. 
Todos os que o Pai me dá virão a mim; e quem vier a mim Eu não o rejeitarei, 
porque desci do Céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. 
E a vontade daquele que me enviou é esta: que Eu não perca nenhum daqueles que Ele me deu, mas o ressuscite no último dia. 
Esta é, pois, a vontade do meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia.» 



Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org 



Comentário ao Evangelho do dia feito por : 

Beata Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade 
Carta a um sacerdote, 17/02/1978, in «Vem, sê a minha luz» 

«Eu sou o pão da vida»

Pediu para passar três meses a sós com Jesus [em retiro]; e parece-me bem. Mas, se durante esse período a fome de Jesus no coração dos membros do Seu povo for maior que a sua, não deve permanecer a sós com Jesus; deve permitir que Jesus o transforme em pão, para ser comido por aqueles que o procuram. Permita que as pessoas o devorem; proclame Jesus através da palavra e da presença. [...] Nem Deus podia dar maior prova de amor do que dar-Se como Pão de vida – para ser partido, para ser comigo, a fim de que possamos comê-Lo e viver, de que possamos comê-Lo e satisfazer a nossa fome de amor.


E contudo, Ele não está satisfeito, porque também Ele tem fome de amor. Por isso, tomou a vez do que tem fome, do que tem sede, do nu e do que não tem casa, e não deixa de clamar: «Tive fome, estive nu, não tinha onde morar. Foi a Mim que o fizestes» (Mt 25, 40). O Pão da Vida e o faminto, mas um único amor: só Jesus.




publicado por portucalia às 14:41

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