PORTUCÁLIA

Junho 20 2013

Eben Alexander III sempre acreditou que os relatos de pessoas que quase morreram e “viram uma luz” ou algo parecido podiam ser explicados por neurociência… até o dia em que passou por uma experiência similar e, mesmo com todo o seu conhecimento, sentiu que a ciência seria incapaz de explicar o que viu.

Em 2008, Alexander, um neurocirurgião de 54 anos, contraiu meningite bacteriana. Quando a doença avançou, o médico entrou em coma profundo.

Durante uma semana, Alexander viveu de forma intensa dentro de sua própria mente. Ele conta que havia renascido em uma substância gelatinosa e que foi guiado por “uma linda garota com maçãs do rosto proeminentes e olhos de um azul profundo” nas asas de uma borboleta para um “imenso vazio” que era ao mesmo tempo “profundamente escuro” e “cheio de luz” vindo de uma “esfera” que seria um Deus de amor.

Mesmo sabendo que isso colocaria sua reputação em risco, Alexander decidiu contar a experiência em um livro, intitulado “Proof of Heaven” (“Prova do Céu”, sem edição em português). A obra foi lançada no final de outubro e o autor espera que os anos de experiência científicas acumulados ajudem a persuadir céticos (especialmente os da medicina) a abrir suas mentes para a existência de um mundo após a morte.

Dr. Eben Alexander III

Um cientista no Paraíso?

O médico já havia ouvido diversos relatos de experiências de quase-morte e os considerava banais. O que tornaria o seu caso diferente (além do fato de ser mais “psicodélico” do que a maioria)? Alexander, que há décadas estuda o cérebro humano, acredita que as visões que teve estão além da ciência. “Durante o coma meu cérebro não estava funcionando de modo inapropriado”, escreve. “Ele simplesmente não estava funcionando”.

“Proof of Heaven” foi lançado no último dia 23 de outubro e entrou rapidamente para a lista de best-sellers do The New York Times. “Esse livro aborda temas que são de interesse para muita gente: consciência, quase-morte e céu”, aponta Priscilla Painton, editora executiva da Simon & Schuster, que publicou a obra.

Em entrevista recente, Alexander explicou que tinha pouco interesse em atrair leitores religiosos – o principal público consumidor de livros como esse. Ele ressalta que seu livro é diferente do “Heaven is for Real” (“O Céu é Real”, não lançado no Brasil), por exemplo, best-seller publicado em 2010 que conta a experiência de quase-morte do filho de um pregador. “É totalmente diferente”, insistiu.

Alexander deixou a Universidade de Harvard (EUA) em 2001, cansado de “política médica”. Em 2006, começou a estudar formas menos invasivas de neurocirurgia. Dois anos mais tarde, a meningite quase o matou. Depois de se recuperar, o médico pretendia relatar sua experiência em um artigo científico. Contudo, depois de consultar materiais já publicados sobre o tema e conversar com diversos colegas da área, ele concluiu que a ciência não podia explicar o que aconteceu. “Todo o meu neocórtex – a parte externa da superfície do cérebro, que nos torna humanos – estava completamente desligado, inoperante”.

Ele hesitou, e dois anos se passaram até ele começar a usar o termo “Deus” em seus relatos. Ainda assim, ele sentiu que devia publicar a experiência. Em conversas privadas, poucos colegas argumentaram contra suas ideias, mas ninguém (mesmo os que concordavam com ele) estava disposto a ser citado no livro.

Para Martin Samuels, diretor-exe

publicado por portucalia às 16:29

Junho 20 2013
TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA

20 de junho de 2013

A única medida é amar sem medida”

Cumpres um plano de vida exigente: madrugas, fazes oração, freqüentas os Sacramentos, trabalhas ou estudas muito, és sóbrio, mortificas-te..., mas notas que te falta alguma coisa! Leva ao teu diálogo com Deus esta consideração: uma vez que a santidade - a luta por alcança-la - é a plenitude da caridade, tens que revisar o teu amor a Deus e, por Ele, aos outros. Talvez descubras então, escondidos na tua alma, grandes defeitos, contra os quais nem sequer lutavas: não és bom filho, bom irmão, bom companheiro, bom amigo, bom colega; e, como amas desordenadamente a “tua santidade”, és invejoso. “Sacrificas-te” em muitos detalhes “pessoais”: por isso estás apegado ao teu eu, à tua pessoa e, no fundo, não vives para Deus nem para os outros: só para ti. (Sulco, 739)


No Sermão da Montanha, Jesus ensina o preceito divino da caridade a todos os que estão dispostos a abrir-lhe os ouvidos da alma. E, ao concluir, explica como resumo: Amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem esperar nada em troca, e será grande a vossa recompensa, e sereis filhos do Altíssimo, porque Ele é bom mesmo com os ingratos e os maus. Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso.

A misericórdia não se detém numa estrita atitude de compaixão; a misericórdia identifica-se com a superabundância da caridade, que por sua vez arrasta consigo a superabundância da justiça. Misericórdia significa manter o coração em carne viva, humana e divinamente transido de um amor firme, sacrificado, generoso. Assim comenta São Paulo a caridade, no seu cântico a essa virtude: A caridade é paciente, é benigna; a caridade não é invejosa, não age precipitadamente, não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus interesses, não se irrita, não pensa mal, não se alegra com a injustiça, mas compraz-se na verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo sofre. (Amigos de Deus, 232) [Topo] 

       http://www.opusdei.org.br/art.php?p=17171

© Escritório de Informação do Opus Dei na Internet

http://www.opusdei.org.br/

publicado por portucalia às 16:08

Junho 20 2013

Através dos escritos e filmes, propaganda soviética credenciou a imagem de "bom tio Ilyich". Tal equívoco de que hoje o que apresenta o condutor da Revolução de Outubro sob o disfarce de um monstro sanguinário e imagem todo-poderoso. Descriptografia.

Por 50 anos, os serviços de propaganda Kremlin após mumificado Lenin forma ele uma dupla imagem: o líder todo-poderoso, com conhecimento ilimitado, reverenciado pelo partido por unanimidade obediente e outro, este por crianças e adolescentes, assim como com as características tranquilizadoras do tio-bolo, bom "Tio Lenin".

Tomemos por exemplo o filme de 1956, Mikhail Romm, intitulado Lenin em outubro . Ele revela uma cena muito comovente: em um corredor do Instituto Smolni em Petrogrado St. [...]

publicado por portucalia às 16:06

Junho 20 2013

A desonestidade, quanto praticada com a devida persistência, consolida-se em burrice autêntica. A burrice, quando passa da dose compatível com o cargo, o prestígio e as responsabilidades públicas do seu portador, é desonestidade pura.


A idéia de que um ser humano em gestação é um ser humano é das mais difíceis de contestar. Diante disso, a antropóloga da UnB que mencionei no artigo anterior prefere deformá-la e achincalhá-la, rebaixando o feto humano a um mero “conjunto” ou “punhado” (sic) de células. Tais expressões são de uma impropriedade vocabular subginasiana. Conjunto ou punhado é qualquer amontoado de elementos, independente da ordem que os articula. Se um feto fosse isso, seria preciso juntar suas células depois do nascimento para lhes dar feitio humano. Seria uma trabalheira dos diabos. O que define o nascituro não é ter células, mas tê-las ordenadas e articuladas numa forma definida e específica, que é a forma do ser humano, inconfundível e única entre todas as espécies animais.

Há, é claro, pessoas que, de tanto fingir que não entendem, terminam mesmo por não entender coisa nenhuma. Essas hão de dizer que o feto, no começo, se parece com um peixe. Dona Débora não se pronunciou a respeito, mas não duvido que, possuindo a seriedade científica requerida para confundir potência com inexistência, ela encontre também alguma dificuldade em atinar com a diferença entre forma e formato, já explicada 2400 anos atrás por Aristóteles. O autor do Organon ensinava que uma mão amputada tem ainda o formato, mas não mais a forma de mão. Forma não é aparência exterior, é articulação interna, é ordem constitutiva, é princípio de unidade e funcionamento ou, como diria o nosso Mário Ferreira dos Santos, lei de proporcionalidade intrínseca. É assim que se usa o termo em literatura, em música, em matemática e em todos os setores do conhecimento. Os Lusíadas e a Lista Telefônica têm ambos o formato de livros. Diferenciam-se é pela sua forma, pela ordem e conexão interna das palavras que os compõem. A estátua de um ser humano tem formato, mas não forma intrínseca de ser humano, isto é, aptidão para crescer e funcionar como um ser humano. O feto, induscutivelmente, tem. Por isso os que não desejam vê-lo como um ser humano precisam fingir que não enxergam essa forma, e recorrem, para tanto, ao expediente de carimbá-la como “conjunto” ou “punhado”, expressões que designam precisamente o contrário, isto é, os elementos soltos e sem forma. Dona Débora troca os nomes das coisas para torná-las irreconhecíveis e acha que isso não apenas é ciência, mas ciência séria.

Há tempos já parei de me perguntar se as pessoas fazem essas coisas por burrice ou desonestidade. A desonestidade, quanto praticada com a devida persistência, consolida-se em burrice autêntica. A burrice, quando passa da dose compatível com o cargo, o prestígio e as responsabilidades públicas do seu portador, é desonestidade pura.

Dona Débora exemplifica majestosamente a síntese indissolúvel dessas duas mimosas qualidades.

Vejamos:

Na sentença que analisei no artigo anterior, ao dizer que os autores do Estatuto do Nascituro querem “dar personalidade jurídica às convicções morais etc. etc.”, ela não apenas comete as impropriedades lógicas e semânticas que apontei, mas capricha no vexame ao querer mostrar cultura mediante o uso um termo jurídico cujo sentido lhe escapa. “Personalidade jurídica” é capacidade para ser titular de direitos e obrigações. É termo que não se aplica a convicções, opiniões ou idéias, mas somente a indivíduos ou coletividades humanas reais. Se entendesse o que escreve, se tivesse algum domínio, ainda que modesto, do assunto e do idioma, ela poderia dizer que os tais legisladores quiseram dar “teor” ou “valor” jurídico às suas convicções, ou então dar “personalidade jurídica” ao nascituro. “Dar personalidade jurídica a convicções” é expressão que não faz o menor sentido.

Mas, quando alguém leva a seriedade científica a esse ponto, não é de espantar que, ao comentar um documento legal, falsifique também o seu conteúdo para fazê-lo dizer o que não diz e, assim, poder-lhe atribuir o sentido que bem deseje. Assim, do Estatuto do Nascituro, que prevê e estabelece explicitamente o direito ao aborto em caso de estupro, Dona Débora faz um código de terror no qual “uma menina que tenha sido violentada sexualmente por um estranho será obrigada pelo Estado a manter-se grávida, mesmo que com riscos irreparáveis à saúde física e psíquica”.

Podemos discutir pelos séculos dos séculos se isso é burrice desonesta ou desonestidade burra. É como perguntar se a banana está dentro da casca ou a casca em volta da banana.

O que sei é que, quando alguém exibe num mesmo lance seus títulos de autoridade acadêmica e uma total incapacidade de raciocinar até mesmo sobre coisas simples, estamos diante de um exemplar típico da classe universitária brasileira de hoje, cuja função não é estudar ou conhecer o que quer que seja, mas fazer número nos grupos de pressão. É por isso que, da vasta produção de “trabalhos científicos” neste país, pouco ou nada se cita e se comenta no resto do mundo. Não há mesmo aí nada o que comentar,  exceto do ponto de vista da teratologia intelectual, uma área de estudos especialmente repugnante e insalubre que só interessa a uns quantos masoquistas, entre os quais o autor deste artigo.



Publicado no Diário do Comércio.

publicado por portucalia às 15:18

Junho 20 2013

EVANGELHO QUOTIDIANO

"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna". João 6, 68


Quinta-feira, dia 20 de Junho de 2013

Quinta-feira da 11ª semana do Tempo Comum


Santo do dia : Beata Teresa, viúva, religiosa, +1250Beata Mafalda, virgem, +1256Beato Francisco Pacheco, presbítero e mártir, +1626Beata Sancha, virgem, +1229 

Ver comentário em baixo, ou carregando aqui 
São Francisco de Assis : «Eu sou o pão da vida» (Jo 6,35) 

2ª Carta aos Coríntios 11,1-11.

Irmãos: Oxalá pudésseis suportar um pouco de insensatez da minha parte! Mas, de certo, ma suportareis. 
Sinto por vós um ciúme semelhante ao ciúme de Deus, pois vos desposei com um único esposo, Cristo, a quem devo apresentar-vos como virgem pura. 
Mas receio que, como a serpente seduziu Eva com a sua astúcia, os vossos pensamentos se deixem corromper, desviando-se da simplicidade que é devida a Cristo. 
Pois de boamente aceitais alguém que surge a pregar-vos outro Jesus diferente daquele que nós pregámos, ou acolheis um espírito diferente daquele que recebestes, ou um Evangelho diverso daquele que abraçastes. 
Ora, eu penso que em nada sou inferior a esses superapóstolos. 
E embora seja menos perito na palavra, não o sou, certamente, na ciência. Em tudo e de todas as maneiras vo-lo temos demonstrado. 
Porventura cometi alguma falta, ao humilhar-me para vos exaltar, quando vos anunciei gratuitamente o Evangelho de Deus? 
Despojei outras igrejas, recebendo delas o sustento para vos servir, 
e encontrando-me necessitado no meio de vós, não fui pesado a ninguém, pois os irmãos vindos da Macedónia é que proveram às minhas necessidades. Em tudo me guardei de vos ser molesto e continuarei a fazê-lo. 
Pela verdade de Cristo que está em mim, não me será tirado este motivo de glória nas regiões da Acaia. 
E porquê? Porque não vos amo? Deus o sabe! 


Evangelho segundo S. Mateus 6,7-15.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:« Nas vossas orações, não sejais como os gentios, que usam de vãs repetições, porque pensam que, por muito falarem, serão atendidos. 
Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais antes de vós lho pedirdes.» 
«Rezai, pois, assim:'Pai nosso, que estás no Céu, santificado seja o teu nome, 
venha o teu Reino; faça-se a tua vontade, como no Céu, assim também na terra. 
Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia; 
perdoa as nossas ofensas, como nós perdoámos a quem nos tem ofendido; 
e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do Mal.’ 
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. 
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas.» 



Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org 



Comentário do dia: 

São Francisco de Assis (1182-1226), fundador da Ordem dos Frades Menores 
Paráfrase ao Pai Nosso 

«Eu sou o pão da vida» (Jo 6,35)


«O pão nosso de cada dia nos dai hoje», 
teu dilecto Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, 
para que melhor possamos lembrar, 
compreender e venerar 
o amor que teve por nós, 
e tudo o por nós disse, fez e sofreu. 


«Perdoai as nossas ofensas» 
por tua inexprimível misericórdia, 
por virtude da Paixão do teu bem-amado Filho, 
pelos méritos e intercessão da Virgem Maria 
E de todos os teus santos. 


«Como nós perdoamos a quem nos tem ofendido» 
e o que não conseguimos perdoar plenamente 
faz, Senhor, que plenamente perdoemos; 
e que por amor a Ti amemos de verdade os inimigos, 
que junto a Ti consigamos interceder com sinceridade por eles; 
que a ninguém paguemos o mal com o mal, 
mas que procuremos a todos fazer o bem, em Ti. 


«E não nos deixeis cair em tentação», 
seja ela visível ou oculta, 
súbita, lancinante e contínua. 


«Mas livrai-nos do mal», 
passado, presente e futuro. Amen!




publicado por portucalia às 15:01

PORTUCÁLIA é um blog que demonstra para os nossos irmãos portugueses como o governo brasileiro é corrupto. Não se iludam com o sr. Lula.Textos literários e até poesia serão buscados em vários autores.
mais sobre mim
Junho 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12

16




pesquisar
 
subscrever feeds
blogs SAPO