PORTUCÁLIA

Fevereiro 09 2013

Inflação preocupante

 

09 de fevereiro de 2013 | 2h 08

O Estado de S.Paulo

Com os preços em disparada, o ano começou mal para as famílias brasileiras e com sinais agourentos para o governo da presidente Dilma Rousseff. Nenhum outro país emergente vem enfrentando, como o Brasil, a combinação de custo de vida em alta e produção estagnada, uma das grandes marcas da economia nacional nos últimos dois anos. As perspectivas de expansão da atividade parecem melhores em 2013 do que no biênio anterior, mas as pressões inflacionárias continuam preocupantes, embora as autoridades apostem, pelo menos oficialmente, numa melhora gradual do quadro. A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 0,79% em dezembro para 0,86% em janeiro e atingiu a maior variação mensal desde abril de 2005, segundo informou na quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta acumulada em 12 meses chegou a 6,15% e continuou a distanciar-se da meta fixada pelas autoridades de 4,5%. Não há ainda sinal, no entanto, de uma política anti-inflacionária mais firme que a adotada a partir de agosto de 2011, quando o Banco Central (BC) passou a reduzir os juros.

 

A hipótese de um aumento de juros já foi considerada nos mercados, depois de o presidente do BC, Alexandre Tombini, descrever o quadro atual como desconfortável, mas ainda é tratada como improvável. Os dirigentes do BC reafirmaram no fim de janeiro, na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a expectativa de uma acomodação dos preços ao longo de 2013. Reiteraram também a disposição de manter a atual política por um "período suficientemente prolongado".

Esse é um jogo de alto risco. A experiência já desmentiu no ano passado algumas das previsões mais importantes do Copom. A inflação, segundo o pessoal do BC, vinha sendo impulsionada principalmente pelos preços internacionais dos produtos agrícolas. A crise global derrubaria esses preços. Oscilaram, de fato, mas voltaram a subir. O governo cumpriria a meta fiscal e isso também ajudaria a conter as pressões inflacionárias. Também essa projeção foi errada. No fim do ano, o Ministério da Fazenda recorreu a uma porção de truques para maquiar o resultado das contas públicas. Além de tudo, outros fatores, além dos preços internacionais das commodities, alimentaram fortemente a inflação. Os fatos, portando, desmentiram tanto o diagnóstico quanto os prognósticos oficiais.

Os fatos continuam desmentindo a avaliação oficial dos técnicos e dirigentes do BC. A alta dos preços das matérias-primas é apenas um dos componentes do quadro. Os números mostram um cenário mais complexo e um problema bem mais grave. Em dezembro, aumentos de preços foram registrados em 70% dos itens componentes do IPCA. Bastaria isso para desmentir a tese de uma inflação associada a uma classe única de fatores. Em janeiro esse indicador de difusão chegou a 75%, denunciando um alastramento ainda mais amplo.

É fácil entender esse quadro quando se levam em conta o alto nível de emprego, a expansão da massa de rendimentos, o rápido aumento do crédito e a expansão do gasto público, apesar das dificuldades orçamentárias em fase de estagnação econômica. Curiosamente, o próprio Copom, em sua última ata, menciona "a maior dispersão" dos aumentos de preços ao consumidor, a "estreita margem de ociosidade no mercado de trabalho", as perspectivas de uma demanda interna ainda robusta e, afinal, a "posição expansionista das contas públicas".

Alguns desses fatores haviam sido apontados em documentos anteriores do Copom. No entanto, as decisões sobre a política monetária foram tomadas, ao longo do ano, como se esses problemas devessem esgotar-se nos meses seguintes, sem deixar marcas no sistema de preços. Esse otimismo, até agora contrariado pelos fatos, parece manter-se. O governo continua confiando em medidas tópicas, destinadas a conter este ou aquele preço (da eletricidade, por exemplo), como remédios contra a inflação. Que um governo com inclinações populistas faça isso é até compreensível. Chocante, mesmo, é a passividade do BC.

publicado por portucalia às 21:09

Fevereiro 09 2013

 Annette  Schavan, de 57 anos, perdeu seu título de doutora na terça-feira. A Universidade de Düsseldorf (oeste) descobriu que a ministra havia "sistemática e deliberadamente" enganado a instituição ao escrever sua tese em filosofia.

"A faculdade decidiu na terça-feira invalidar meu título, eu não aceitarei esta decisão e vou apresentar uma queixa", afirmou Annette Schavan em um comunicado.

Mas, segundo ela, prefere evitar as consequências deste caso para o seu gabinete, o ministério, o governo federal e a CDU (o partido conservador de Angela Merkel). "Isso não está certo, o cargo não pode ser manchado", indicou Schavan para justificar sua demissão.


cOMENTO :  No Brasil inúmeras  teses de doutoramento apresentam "cópias" d e outras teses e de livros e as universidaddes fazem "vista grossa" e não caçam estas "doutorase/ou doutores".  Por isto que na Europa nosso país é conhecido como "Bananal".  

publicado por portucalia às 20:55

Fevereiro 09 2013

Na quarta-feira, El-Baradei protestou contra a lentidão do governo em reagir à fatwa.

– O regime fica calado quando uma nova fatwa autoriza a matar a oposição em nome do islã. A religião não pode ser utilizada e corrompida mais uma vez – afirmou.

Na quinta-feira, o instituto de investigação islâmica Al-Azhar, a mais alta instância do islã sunita estabelecida no Cairo, afirmou que estes editos podem levar "à sedição e à desordem".

 

Comentário :  Isto -é o que acontece quando um país é denominado por estes fanáticos e primitivos líderes que falam em nome do Islão.  Pobre  Egito.  

publicado por portucalia às 12:39

Fevereiro 09 2013

Sabado, dia 09 de Fevereiro de 2013

Sábado da 4a semana do Tempo Comum


Santo do dia : S. Miguel Febres Cordero Muñoz, religioso, +1910,  Santa Apolónia, virgem, mártir, + 249,  S. Maron, monge, + cerca de 410 

Ver comentário em baixo, ou carregando aqui 
São Cesário de Arles : «Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e teve compaixão deles» 

Carta aos Hebreus 13,15-17.20-21.

Irmãos: Por meio de Jesus Cristo, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome. 
Não vos esqueçais de fazer o bem e de repartir com os outros, pois são esses os sacrifícios que agradam a Deus. 
Sede submissos e obedecei aos que vos guiam, pois eles velam pelas vossas almas, das quais terão de prestar contas; que eles o façam com alegria e não com gemidos, o que não seria vantajoso para vós. 
O Deus da paz, que ressuscitou dos mortos o grande Pastor das ovelhas, Jesus, Senhor nosso, pelo sangue da Aliança eterna, 
vos torne aptos para todo o bem, a fim de que façais a sua vontade. Que Ele realize em nós o que lhe é agradável, por meio de Jesus Cristo, ao qual seja dada glória pelos séculos dos séculos. Ámen. 


Evangelho segundo S. Marcos 6,30-34.

Naquele tempo, os Apóstolos reuniram-se a Jesus e contaram-Lhe tudo o que tinham feito e ensinado. 


Disse-lhes, então: «Vinde, retiremo-nos para um lugar deserto e descansai um pouco.» Porque eram tantos os que iam e vinham, que nem tinham tempo para comer. 
Foram, pois, no barco, para um lugar isolado, sem mais ninguém. 
Ao vê-los afastar, muitos perceberam para onde iam; e de todas as cidades acorreram, a pé, àquele lugar, e chegaram primeiro que eles. 
Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e teve compaixão deles, porque eram como ove-lhas sem pastor. Começou, então, a ensinar-lhes muitas coisas. 



Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org 



Comentário ao Evangelho do dia feito por : 

São Cesário de Arles (470-543), monge, bispo 
Sermão 25,1; CCL 103, 111-112 

«Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e teve compaixão deles»

«Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» (Mt 5,7). A palavra misericórdia é suave, meus irmãos. Se a palavra é suave, quanto mais o facto! [...] Dado que todos nós queremos misericórdia, tomemo-la como protectora neste mundo, para que nos liberte no mundo que há-de vir. Com efeito, há uma misericórdia no céu, à qual chegamos por actos de misericórdia na terra. A Escritura diz claramente: «Senhor, a Tua misericórdia está no céu» (Sl 35,6 Vulg).


Portanto, há uma misericórdia na terra e outra no céu, isto é, uma humana e outra divina. Qual é a misericórdia humana? É inclinares-te sobre a miséria dos pobres. E qual é a misericórdia divina? É sem dúvida alguma aquela que concede o perdão dos pecados. Tudo o que a misericórdia humana dá ao longo do caminho desta vida, a misericórdia divina o faz na pátria. Porque é Deus que, neste mundo, sofre frio e fome na pessoa dos pobres, como Ele mesmo disse: «Sempre que fizestes isto a um destes pequeninos foi a Mim que o fizestes» (Mt 25,40). Sim, Deus que quer dar generosamente do alto do céu, quer receber na terra.

publicado por portucalia às 12:22

PORTUCÁLIA é um blog que demonstra para os nossos irmãos portugueses como o governo brasileiro é corrupto. Não se iludam com o sr. Lula.Textos literários e até poesia serão buscados em vários autores.
mais sobre mim
Fevereiro 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9



26


pesquisar
 
subscrever feeds
blogs SAPO