PORTUCÁLIA

Janeiro 11 2013
UMA FOTO DE GRETA GARBO
o conceito de "cultura" anda hoje muito desgastado e isto porque ele foi associado, inicialmente, às elites intelectuais.  Hoje pode-se  chamar de cultura qualquer manifestação popular e de  mau gosto seja na música, na literatura ou na escultura.  Acho que  esta deterioração começou  no início do século XX quando Marcel Ducahmps  colocou um URINOL  numa exposição de arte e  isto levou, como leva hoje, milhares de débeis mentais a admirar  aquilo  e não entender que  sua finalidade é coletar bosta e xixi.  No inicio do século os famosos urinois ficavam debaixo das camas e o fulano levantava para ali deixar suas fezes ou urinas.  Acontece que aquele odor não incomodava  aos homens e mulheres daqueles anos, enquanto hoje há uma desenfreada busca de perfumes para cheirar a casa toda e os banheiros.  

Com a vinda do ciinema falado  o espanto  foi total e algumas obras primas foram ´produzidas nas décadas de 30, 40 e 50 do século passado.  Como crítica inteligente do cinema falado  tivemos  o " Cantando na Chuva", a fase em que Greta Garbo  nos deu obras primas como " Grande Hotel", A Dama das Camélias", " Mata Hari" até que ela resolveu se recolher e dizer a famosa frase " I want to be alone".  Masna  época do cinema falado tivemos ainda clássicos como " Casabalnca" com Bogart e Bergman e Orson Welles que teria produzido o que é considerado  o melhor filme do cinema americano o famoso " Cidadão Kane". 

E hoje o que encontramos nas locadoras de vídeos ?  Raramente encontramos um clássico que mereça ser visto.  Os últimos que assisti foram " O Poderoso Chefão", "Xogun" e "Era uma Vez no Oeste " e "Era uma vez na América" com magistral trilha sonora de Morricone.  O resto é um lixo baseado na  trilogia sexo, droga e violência.  Com muita surpresa eu  constatei que a Livraria Cultura vende clássicos do cinema mudo.  Ela dispõe da "Coleção Greta Garbo", dos filmes de Giffith, do "Ana Bolena " de  Lubitsh e muitos outros.  O importante é que quem se dispôs a conhecer as obras primas do cinema mudo tenha noções de inglês para ler os textos que aoarecem  logo depois das cenas.  Uma pessoa que se ache culta não pode desconhecer, do meu ponto de vista, esta fase do cinema mudo onde há muita beleza, seja nas expressões dos artisitas  e nos terxtos que são mostrados.  Vamos rever o passado da Sétima Arte ?   

 

 

 

 

 

 

 


PORTUCÁLIA é um blog que demonstra para os nossos irmãos portugueses como o governo brasileiro é corrupto. Não se iludam com o sr. Lula.Textos literários e até poesia serão buscados em vários autores.
publicado por portucalia às 20:49

Janeiro 11 2013
 
 
 
 
 
 
 

11/01/2013 às 15h30min - Atualizada em 11/01/2013 às 15h30min
TAMANHO DA FONTE A- A+
Boeing 787 vai ser revisado por reguladores dos EUA

Boeing 787 vai ser revisado por reguladores dos EUA
Reguladores dos Estados Unidos vão fazer uma ampla revisão nos sistemas críticos do Boeing 787 Dreamliner, informou nesta sexta-feira o Departamento de Transportes do país.



Boeing-787, também conhecido como Dreamliner, foi uma das atrações em feira internacional de aeronáutica


A avaliação vai incluir design e manufatura e montagem, após uma série de problemas registrados pelo modelo nas últimas semanas, incluindo uma bateria que pegou fogo um avião vazio em Boston, na segunda-feira.


O chefe da unidade comercial da Boeing, Ray Conner, afirmou hoje que os recentes incidentes de segurança não foram causados por terceirização ou rápido aumento da produção.


Em coletiva de imprensa em Washington, Conner disse não ver nada de "excepcionalmente anormal" quanto a um novo avião.


O diretor da Administração Federal de Aviação, Michael Huerta, disse que a revisão detalhada do avião começará com a inspeção técnica no processo da produção na fábrica de Seattle.


Em nota, a Boieng informou que a aeronave já registrou 50 mil horas de voo e é usada em mais de 150 voos diariamente.


"Seu desempenho em serviço equivale ao do Boeing 777, a melhor introdução em serviço da história da indústria. Assim como aos 15 meses de voo do 777, vemos que a frota do 787, em operação há 15 meses, tem ampla confiabilidade de despacho, bem acima de 90%, diz.


A empresa comunicou ainda que está confiante no projeto e desempenho do 787. "Trata-se de uma aeronave segura e eficiente que oferece enorme valor aos nossos clientes e melhora a experiência de voar de seus passageiros."



publicado por portucalia às 20:42

Janeiro 11 2013

Leonardo.
VIII O PÁTIO DOS BICHOS

 


Ainda hoje existe no saguão do paço imperial, que no tempo em que se passou esta nossa
história se chamava palácio del-rei, uma saleta ou quarto que os gaiatos e o povo com eles
denominavam o Pátio dos Bichos. Este apelido lhe fora dado em conseqüência do fim para que ele
então servia: passavam ali todos os dias do ano três ou quatro oficiais superiores, velhos, incapazes
para a guerra e inúteis na paz, que o rei tinha a seu serviço não sabemos se com mais alguma
vantagem de soldo, ou se só com mais a honra de serem empregados no real serviço. Bem poucas
vezes havia ocasião de serem eles chamados por ordem real para qualquer coisa, e todo o tempo
passavam em santo ócio, ora mudos e silenciosos, ora conversando sobre coisas do seu tempo, e
censurando as do que com razão já não supunham seu, porque nenhum deles era menor de 60 anos.
Às vezes acontecia adormecerem todos ao mesmo tempo, e então com a ressonância de suas
respirações passando pelos narizes atabacados, entoavam um quarteto, pedaço impagável, que os
oficiais e soldados que estavam de guarda, criados e mais pessoas que passavam, vinham apreciar à
porta. Eram os pobres homens muitas vezes vítimas de caçoadas que naquele tempo de poucas
preocupações eram o objeto de estudo de muita gente.
Às vezes qualquer que os pilhava dormindo chegava à porta e gritava:
— Sr. tenente-coronel, el-rei procura por V.S.
Qualquer deles acordava espantado, tomava o chapéu armado, punha o talim, acontecendo
às vezes com a pressa ficar o chapéu torto ou a espada do lado direito, e lá corria a ter com el-rei.
— Às vossas ordens, real senhor, dizia ainda bocejando.
O rei, que percebia o negócio, desatava a rir e o mandava embora.
Quando chegava o pobre homem abaixo, ia cada um dos que por ali se achavam indagar, o
mais seriamente que era possível, qual tinha sido o objeto do chamado del-rei.
Faziam-lhes destas e doutras, mas daí a pouco deixavam-se eles enganar de novo.
Vamos fazer o leitor tomar conhecimento com um desses ativos militares, que entra também
na nossa história.
Era velho como seus companheiros, porém decerto por ele não é que tinha vindo ao quarto o
apelido que lhe davam: suas feições quebradas pela idade tinham ainda certa regularidade de
contorno que bem devotava que seu tempo de rapaz não fora a respeito de beleza mal favorecido; de
seus cabelos que o tempo levara restavam apenas orlando-lhe as têmporas e a nuca alguns anéis
crespos e prateados; sua calva era nobre e imponente. Fora valente; ganhara por seus feitos as
dragonas de tenente-coronel; era filho de Portugal, e acompanhara el-rei na sua vinda ao Brasil.
Estas qualidades porém não lhe serviam de salvaguarda, e sofria como os outros as caçoadas
dos gaiatos.
Assim um dia que uma mulher de mantilha o foi procurar, e se pôs com ele a conversar por
algum tempo em particular, passavam uns e outros e escarravam junto da porta, ou deixavam
escapar uma ou outra chalaça análoga.
— Amores velhos nunca se esquecem, dizia um.
— Bravo! gosto do bom gosto, dizia outro.
A mulher de mantilha é nossa conhecida, porque nem mais nem menos é a comadre; e o
negócio que aí a levou também nos interessa, pois que se trata da soltura do pobre Leonardo. Ouça
portanto o leitor a conversa dos dois.
— Sr. Tenente-coronel, disse a comadre ao chegar, venho me valer de V.S.: meu
compadre Leonardo está na cadeia.
— O Leonardo?! mas então por quê?
— Ora! maluquices!
E chegando-se ao ouvido do velho, contou-lhe a comadre baixinho a causa da prisão do
Leonardo.
O velho desatou a rir.
— Bem pregado!... disse.
— Agora eu queria que V.S. fizesse o favor de falar por ele ao Sr. major Vidigal, que
foi quem o prendeu... coitado do homem: é uma vergonha; mas também ele não se emenda!
E prosseguindo, a comadre contou muito em segredo, como já o tinha feito a todos os seus
conhecidos, toda a história dos infelizes amores do Leonardo com a Maria, todas as diabruras do
menino que ela deixara e de que o padrinho tomara conta: passou depois a relatar todo o ocorrido
com a cigana, e voltou de novo à história da prisão, que contou e recontou vinte vezes, sem lhe
escapar a mais pequenina circunstância. No fim tornou a fazer o seu pedido, a que o velho prometeu
satisfazer, e então saiu ela recebendo no saguão muitos cumprimentos e sorrisos maliciosos. Na
porta por onde saiu estava encostado um cadete que lhe disse:
— Estimo que fosse feliz; no dia do batizado neo se esqueça da gente.
— Arrenego! foi a única resposta que ela deu, e passou.
Como o velho tenente-coronel conhecia a comadre e o Leonardo, e por que se interessava
por ele, o leitor saberá mais para diante.
Esse conhecimento era antigo, e o Leonardo apenas se achou na cadeia lembrou-se da
proteção que o velho lhe podia prestar em semelhante aperto; mandou por um colega chamar a
comadre, e a encarregou da missão de ir ter com ele, missão que ela aceitou de bom grado, e que
desempenhou, segundo vimos, satisfatoriamente.
O velho, apenas a comadre saiu, tomou o chapéu armado, pôs a espada à cinta e saiu, depois
de ter contado aos companheiros o que sucede a quem vai tomar fortuna. Um deles, que era crédulo
até ao entusiasmo a respeito de feitiçarias, ficou muito indignado com o caso, e prometeu também
empenhar-se pelo Leonardo.
Já vê pois o leitor que o negócio não estava mal parado, e em breve saberá o resultado de
tudo isto.
IX O-ARRANJEI-ME-DO COMPADRE

 


Os leitores estarão lembrados do que o compadre dissera quando estava a fazer castelos no
ar a respeito do afilhado, e pensando em dar-lhe o mesmo oficio que exercia, isto é, daquele
arranjei-me, cuja explicação prometemos dar. Vamos agora cumprir a promessa.
Se alguém perguntasse ao compadre por seus pais, por seus parentes, por seu nascimento,
nada saberia responder, porque nada sabia a respeito. Tudo de que se recordava de sua história
reduzia-se a bem pouco. Quando chegara à idade de dar acordo da vida achou-se em casa de um
barbeiro que dele cuidava, porém que nunca lhe disse se era ou não seu pai ou seu parente, nem
tampouco o motivo por que tratava da sua pessoa. Também nunca isso lhe dera cuidado, nem lhe
veio à curiosidade indagá-lo.
Esse homem ensinara-lhe o oficio, e por inaudito milagre também a ler e a escrever.
Enquanto foi aprendiz passou em casa do seu... mestre, em falta de outro nome, uma vida que por
um lado se parecia com a do fâmulo, por outro com a do filho, por outro com a do agregado, e que
afinal não era senão vida de enjeitado, que o leitor sem dúvida já adivinhou que ele o era. A troco
disso dava-lhe o mestre sustento e morada, e pagava-se do que por ele tinha já feito.
Quando passou de menino a rapaz, e chegou a saber barbear e sangrar sofrivelmente, foi
obrigado a manter-se à sua custa e a pagar a morada com os ganchos que fazia, porque o produto do
mais trabalho pertencia ainda ao mestre. Sujeitou-se a isso. Porém queriam ainda mais: exigiam que
continuasse a empregar-se no serviço doméstico. Lavrou-lhe então n’alma um arrepio de dignidade:
já era oficial, e não queria rebaixar o seu oficio. Virou mareta; fez-se duro, e safou-se de casa sem
escrúpulos nem remorsos, pois bem sabia que estavam saldas as contas de parte a parte. Tinham-no
criado; ele tinha servido. Também não encontrou grande resistência à sua deliberação.
Apenas passou o primeiro ímpeto e teve tempo de reflexionar, quase que começou a
arrepender-se por não saber qual o meio de achar arranjo. Viu-se na rua, sem saber para onde ir,
tendo por única fortuna uma bacia de barbear embaixo do braço, um par de navalhas e outro de
lancetas na algibeira. Verdade é que quem tinha consigo estes trastes estava com as armas e
uniforme do oficio; porém isso não bastava; o pobre rapaz estava em apertos.
Passou a primeira noite em casa de um colega, e no dia seguinte ao amanhecer, tomando os
seus apetrechos, saiu em busca de que fazer para aquele dia, e de destino para os mais que se iam
seguir.
Achou ambas as coisas: uma trouxe a outra.
No largo do Paço um marujo que estava sentado em uma pedra junto ao mar chamou-o para
que lhe fizesse a barba: mãos à obra, que já naquele dia não morria de fome.
Todo barbeiro é tagarela, e principalmente quando tem pouco que fazer; começou portanto a
puxar conversa com o freguês. Foi a sua salvação e fortuna.
O navio a que o marujo pertencia viajava para a Costa e ocupava-se no comércio de negros;
era um dos comboios que traziam fornecimento para o Valongo, e estava pronto a largar.
— Ó mestre! disse o marujo no meio da conversa, você também não é sangrador?
— Sim, eu também sangro...
— Pois olhe, você estava bem bom, se quisesse ir conosco... para curar a gente a
bordo; morre-se ali que é uma praga.
— Homem, eu da cirurgia não entendo muito...
— Pois já não disse que sabe também sangrar?
— Sim...
— Então já sabe até demais.
No dia seguinte saiu o nosso homem pela barra fora: a fortuna tinha-lhe dado o meio,
cumpria sabê-lo aproveitar; de oficial de barbeiro dava um salto mortal a médico de navio negreiro;
restava unicamente saber fazer render a nova posição. Isso ficou por sua conta.
Por um feliz acaso logo nos primeiros dias de viagem adoeceram dois marinheiros;
chamou-se o médico; ele fez tudo o que sabia... sangrou os doentes, e em pouco tempo estavam
bons, perfeitos. Com isto ganhou imensa reputação, e começou a ser estimado.
Chegaram com feliz viagem ao seu destino; tomaram o seu carregamento de gente, e
voltaram para o Rio. Graças à lanceta do nosso homem, nem um só negro morreu, o que muito
contribuiu para aumentar-lhe a sólida reputação de entendedor do riscado.
Poucos dias antes de chegar ao Rio o capitão do navio adoeceu; a princípio nem ele nem
alguém teve a menor dúvida de que ficaria bom logo depois da primeira sangria; porém
repentinamente o negócio complicou-se, e nem com a terceira e quarta se pôde conseguir coisa
alguma. No fim do quarto dia convenceram-se todos e o próprio doente capitão de que estava
chegada a sua hora. Nem por isso porém inculparam o nosso homem.
— Ali não há sangria que o salve, diziam; chegou a sua vez de dar à costa... há de ir.
O capitão teve de fazer suas últimas disposições, e, como dissemos, tendo o médico
granjeado grande amizade e confiança, foi escolhido para desempenhá-las.
O capitão chamou-o à parte, e em segredo lhe fez entrega de uma cinta de couro e uma caixa
de pau pejadas de um bom par de doblas em ouro e prata, pedindo que fielmente as fosse entregar,
apenas chegasse à terra, a uma filha sua, cuja morada lhe indicou. Além deste dinheiro encarregou-o
também de receber a soldada daquela viagem e lhe dar o mesmo destino. Eram estas as suas únicas
e últimas vontades que o encarregava de cumprir, declarando-lhe que lá do outro mundo o espiaria
para ver como cuidava disso.
Poucas horas depois expirou.
Desse dia em diante nenhum só doente escapou mais, porque o médico já não sangrava
tanto; andava preocupado, distraído, e assim levou até chegar à terra.
Apenas saltou, declarou que não se tinha dado bem, e que não embarcaria mais.
Quanto às ordens do capitão... histórias; quem é que lhe havia de vir tomar contas disso?
Ninguém viu o que se passou; de nada se sabia.
Os únicos que podiam ter desconfiado e fazer alguma coisa eram os marinheiros; porém
estes partiram em breve de novo para a Costa.
O compadre decidiu-se a instituir-se herdeiro do capitão, e assim o fez.
Eis aqui

publicado por portucalia às 12:55

Janeiro 11 2013

 

O "western spaghetti" volta a seus tempos áureos nesta sexta-feira, em Roma. Quentin Tarantino recebe à noite um prêmio das mãos de Ennio Morricone, e apresenta seu mais recente filme, "Django Livre", uma homenagem a esse gênero cinematográfico que fez sucesso nos anos 1960.

"Sempre gostei dos faroestes sob todas as suas formas, com uma queda pelos faroestes alemães. Mas meus preferidos são os 'westerns macaroni', como se dizia nos Estados Unidos, por causa de seu surrealismo e de seu aspecto extremo", declarou o diretor de "Pulp Fiction", "Kill Bill" e "Bastardos Inglórios" durante uma entrevista coletiva à imprensa.

O título de seu último filme é uma homenagem a "Django", de Sergio Corbucci, exibido em 1966, e que teve como protagonista o belo tenebroso de olhos claros Franco Nero, que faz uma aparição em "Django Livre".

Entre Corbucci e Sergio Leone, grande mestre do gênero, Tarantino se recusa a dizer "quem é o melhor". "Leone estava para as epopeias gigantescas, incluindo esteticamente, enquanto Corbucci é mais simples e prolífico".

Ennio Morricone, compositor mundialmente conhecido por sua música lancinante de "Era uma vez no oeste" e de outros western espaguete de Sergio Leone, que entregará o prêmio prix, concedido pelo Festival Internacional do Filme de Roma.

"O olhar de Quentin Tarantino influenciou radicalmente o imaginário dos últimos vinte anos. É um cineasta profundamente americano e ao mesmo tempo europeu, por seu modo de estabelecer com o cinema e sua história uma ligação ao mesmo tempo analítica e passional", explica Marco Müller, diretor deste festival, ao anunciar a entrega do prêmio.

O filme conta a história de um caçador de recompensas (Christoph Waltz) que liberta um escravo (Jamie Foxx) e se alia a ele para libertar sua mulher (Kerry Washington) das mãos de um terrível proprietário de plantações (Leonardo DiCaprio).

Ele despertou polêmica nos Estados Unidos, onde o diretor afro-americano Spike Lee afirmou que não assistiria o filme "por respeito a seus ancestrais ". "A escravidão americana não foi um faroeste espaguete de Sergio Leone. Foi um holocausto", criticou.

Durante a coletiva de imprensa, Tarantino declarou que "não queria perder tempo" respondendo a Spike Lee. "Nós apenas buscamos fazer um filme sobre este tema da melhor maneira possível, mas esperávamos que pudesse ser atacado", disse. Segundo ele, o personagem escravo "compreende o mundo de violência e racismo nos Estados Unidos, e não com a razão, mas com coragem, instinto e violência".

O filme será lançado em 500 cinemas na Itália em 17 de janeiro e estreia nas salas brasileiras no dia 18.

publicado por portucalia às 12:40

Janeiro 11 2013

Medicamentos psiquiátricos são prescritos para o tratamento de doenças mentais e emocionais. Existem 6 classes principais de medicamentos psiquiátricos:

[editar]Uso recreativo da droga

Muitas substâncias psicoativas são usadas pelos efeitos de alteração do humor e da percepção, inclusive aquelas com uso aceito pela medicina e psiquiatria. Os tipos de drogas usadas frequentemente para uso recreacional incluem:

Em algumas subculturas, o uso de drogas é visto como símbolo de status, o que ocorre em lugares como casas noturnasboatesraves e festas.[10] Isso é fato histórico em muitas culturas; as drogas têm sido consideradas símbolos de status desde a antiguidade. Por exemplo, no Antigo Egito, eram comuns as representações de deuses segurando plantas alucinógenas.[11]

Por causa da controvérsia sobre o regulamento das drogas recreacionais, existe um debate sobre a proibição das drogas. Críticos da proibição acreditam que a regulamentação do uso de drogas recreacionais é uma violação da autonomia pessoal e da liberdade.[12]

[editar]Uso ritual e espiritual

Certos psicoativos, principalmente alucinógenos, têm sido usados para fins religiosos desde tempos pré-históricos. Os nativos norte-americanos têm usado o peiote, que contém mescalina, em cerimônias religiosas há 5700 anos.[13] Os índios da Amazônia usam, para fins religiosos, a combinação de cipó-mariri e chacrona para a produção de ayahuasca há mais de 4000 anos.[14] O cogumelo Amanita muscaria, que produz muscimol, era usado com propósitos rituais por toda a Europa pré-histórica.[15] Vários outros alucinógenos, como o estramônio, os cogumelos psicodélicos e a maconha são parte de cerimônias religiosas há séculos.[16]

O uso de enteógenos para fins religiosos ressurgiu no Ocidente durante os movimentos de contracultura dos anos 1960 e 1970. Sob a liderança do americano Timothy Leary, novos movimentos religiosos começaram a usar LSD e outros alucinógenos como sacramentos.[17] No Brasil, o uso do ayahuasca é permitido por lei para os praticantes das seitas que o usam para fins rituais, como as do Santo Daime, da União do Vegetal e d'A Barquinha.[18]

publicado por portucalia às 12:19

Janeiro 11 2013

Sexta-feira, dia 11 de Janeiro de 2013

Sexta-feira do Tempo Natal depois da Epifania.


Santo do dia : S. Teodósio, monge, +529,  Sto. Higino, papa, mártir, +140 

Ver comentário em baixo, ou carregando aqui 
Santo Afonso-Maria de Ligório : «Jesus estendeu a mão e tocou-lhe» 

1ª Carta de S. João 5,5-13.

Caríssimos: «E quem é o vencedor do mundo senão aquele que crê que Jesus é Filho de Deus? 
Este, Jesus Cristo, é aquele que veio com água e com sangue; e não só com a água, mas com a água e com o sangue. E é o Espírito quem dá testemunho, porque o Espírito é a verdade. 
Pois são três os que dão testemunho: 
o Espírito, a água e o sangue; e os três coincidem no mesmo testemunho. 
Se aceitamos o testemunho dos homens, maior é o testemunho de Deus; e o testemunho de Deus está em que foi Ele a dar testemunho a respeito do seu Filho. 
Quem crê no Filho de Deus tem esse testemunho consigo. Quem não crê em Deus faz de Deus mentiroso, uma vez que não crê no testemunho que Deus deixou a favor do seu Filho. 
E este é o testemunho: Deus deu-nos a vida eterna, e esta vida está no seu Filho. 
Quem tem o Filho de Deus tem a vida; quem não tem o Filho também não tem a vida. 
Escrevi-vos estas coisas, a vós que credes no Nome do Filho de Deus, para que tenhais a certeza de ter convosco a vida eterna. 


Evangelho segundo S. Lucas 5,12-16.

Naquele tempo,Encontrando-se Jesus numa das cidades, apareceu um homem coberto de lepra. Ao ver Jesus, caiu com a face por terra e dirigiu-lhe esta súplica: «Senhor, se quiseres, podes purificar-me.» 
Jesus estendeu a mão e tocou-lhe, dizendo: «Quero, fica purificado.» E imediatamente a lepra o deixou. 
Ordenou-lhe, então, que a ninguém o dissesse; no entanto, acrescentou: «Vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que Moisés ordenou, para lhe servir de prova.» 
A sua fama espalhava-se cada vez mais, juntando se g

randes multidões para o ouvirem e para que os curasse dos seus males. 
Mas Ele retirava-se para lugares solitários e aí se entregava à oração. 



Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org 



Comentário ao Evangelho do dia feito por : 

Santo Afonso-Maria de Ligório (1696-1787), bispo, doutor da Igreja 
1º Discurso para a novena de Natal 

«Jesus estendeu a mão e tocou-lhe»

«Cristo disse ao entrar no mundo: “Tu não quiseste sacrifício nem oferenda, mas preparaste-Me um corpo. Então, Eu disse: Eis que venho – como está escrito no livro a Meu respeito – para fazer, ó Deus, a Tua vontade.”» (Heb 10,5-7; Sl 40,7-9 LXX). Será verdade que, para nos salvar da nossa miséria [...] e para conquistar o nosso amor, Deus tenha querido fazer-Se homem? De tal maneira é verdade que é artigo de fé: «E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus [...] e Se fez Homem» (Credo) [...]. Sim, eis o que Deus fez para Se fazer amar por nós. [...] Quis assim manifestar-nos a grandeza do Seu amor por nós: «Com efeito, manifestou-se a graça de Deus, portadora de salvação para todos os homens» (Tt 2,11). O homem não Me ama, parece ter dito o Senhor, porque não Me vê. Vou tornar-Me visível, conversar com ele, e assim far-Me-ei amar, seguramente»: «Depois disto ela [a sabedoria do Senhor] apareceu sobre a terra e permaneceu entre os homens» (Br 3,38).


O amor de Deus pelo homem é imenso, imenso e para toda a eternidade: «Amei-te com um amor eterno. Por isso, dilatei a misericórdia para contigo» (Jr 31, 3). Não tínhamos porém visto ainda como é grande, incompreensível; quando o Filho de Deus Se fez contemplar na forma de uma criança deitada nas palhas, num estábulo, manifestou-Se-nos verdadeiramente: «manifestou-Se a bondade de Deus, nosso Salvador, e o Seu amor para com os homens» (Tt 3,4). «A criação do mundo, observa São Bernardo, fez brilhar o poder de Deus, a governação do mundo, a Sua sabedoria; mas a encarnação do Verbo fez resplandecer a Sua misericórdia aos olhos de todos» [...].


«Ao desprezar Deus, diz São Fulgêncio, o homem separou-se d'Ele para sempre; e como o homem já não podia regressar a Deus, Deus dignou-Se a vir ao seu encontro na Terra.» Já dissera Santo Agostinho: «Não podíamos ir ao médico; por isso o médico teve a bondade de vir até nós.»

publicado por portucalia às 12:10

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