PORTUCÁLIA

Janeiro 09 2013
publicado por portucalia às 20:41

Janeiro 09 2013

Aparecendo no British Journal of Urology International, o trabalho analisou 232 trabalhos publicados na última década que os resultados do relatório de estudos clínicos após pacientes com formas de baixo, médio e alto risco de câncer de próstata que foram tratados com um ou mais dos tratamentos-padrão - radioterapia, cirurgia, terapias hormonais e braquiterapia.
A análise mostra que para pessoas com baixo risco de câncer de próstata, as várias formas de tratamento variam apenas ligeiramente em termos de sobrevivência - as chances de que são muito bons para os homens com este tipo de câncer, com um 5-anos-câncer específico taxa de sobrevivência de cerca de 100 por cento. Mas o custo da terapia de radiação é significativamente mais caro do que a cirurgia de baixo risco de câncer de próstata, descobriram.
Para cânceres intermediários e de alto risco, a sobrevivência e os custos geralmente favorecido cirurgia sobre outras formas de tratamento - embora combinação de feixe externo-radiação e braquiterapia juntos foram comparáveis em termos de qualidade de vida ajustada de sobrevivência para alto risco de câncer de próstata.
"Nossos resultados suportam um papel maior para a cirurgia para doença de alto risco do que temos visto geralmente é utilizado na maior parte prática", disse o urologista Mateus Cooperberg, MD, MPH, que liderou a pesquisa. Cooperberg é professor assistente de urologia e epidemiologia e bioestatística na Diller Helen Família UCSF Comprehensive Cancer Center.

publicado por portucalia às 12:03

Janeiro 09 2013

VI PRIMEIRA NOITE FORA DE CASA

 


O compadre, apenas dera por falta do afilhado, viu-se preso da maior aflição; pôs em alarma
toda a vizinhança, procurou, indagou, mas ninguém lhe deu novas nem mandados dele. Lembrou-se
então da via-sacra, e imaginou que o pequeno a teria acompanhado; percorreu todas as ruas por
onde passara o acompanhamento, perguntando aflito a quantos encontrava pelo tesouro precioso de
suas esperanças; chegou sem encontrar vestígios algum até o Bom Jesus, onde lhe disseram ter visto
três meninos que por se portarem endiabradamente na ocasião da entrada da via-sacra o sacristão os
correra para fora da igreja.
Foi este o único sinal que pôde colher.
Vagou depois por muito tempo pela rua, e só se recolheu para casa estando já a noite
adiantada. Ao chegar à porta de casa abriu-se o postigo de uma rótula contígua, e uma voz de
mulher perguntou:
— Então vizinho, nada?
— Nada, vizinha, respondeu o compadre com voz desanimada.
— Ora, quando eu lhe digo que aquela criança tem maus bofes...
— Vizinha, isto não são coisas que se digam...
— Digo-lhe e repito-lhe que tem maus bofes... Deus permita que não, mas aquilo não
tem bom fim...
— Oh! senhora, replicou o compadre muito irritado, que tem a senhora com a minha
vida e mais das coisas que me pertencem? Meta-se consigo, cuide nos seus bilros e na sua renda, e
deixe a vida alheia.
Entrou depois para casa murmurando:
— Um dia faço aqui uma estralada com esta mulher: é sempre isto! parece um
agouro!
Toda a noite levou o pobre homem acordado a pensar nos meios de achar o pequeno: e
depois de ter formado mil planos, disse consigo:
— Em último lugar vou ter com o major Vidigal.
E esperou que o dia voltasse para prosseguir em suas pesquisas.
Entretanto vamos satisfazer ao leitor, que há de talvez ter curiosidade de saber onde se
meteu o pequeno.
Com os emigrados de Portugal veio também para o Brasil a praga dos ciganos. Gente ociosa
e de poucos escrúpulos, ganharam eles aqui reputação bem merecida dos mais refinados velhacos:
ninguém que tivesse juízo se metia com eles em negócio, porque tinha certeza de levar carolo. A
poesia de seus costumes e de suas crenças, de que muito se fala, deixaram-na
da outra banda do oceano; para cá só trouxeram maus hábitos,
esperteza e velhacaria, e se não, o nosso Leonardo pode dizer alguma coisa a respeito.
Viviam em quase completa ociosidade; não tinham noite sem festa. Moravam ordinariamente um
pouco arredados das ruas populares, e viviam em plena liberdade. As mulheres trajavam com certo
luxo relativo aos seus haveres: usavam muito de rendas e fitas; davam preferência a tudo quanto era
encarnado, e nenhuma delas dispensava pelo menos um cordão de ouro ao pescoço; os homens não
tinham outra distinção mais do que alguns traços fisionômicos particulares que os faziam
conhecidos.
Os dois meninos com quem o pequeno fugitivo travara amizade pertenciam a uma família
dessa gente que morava no largo do Rossio, lugar que tinha por isso até algum tempo o nome de
campo dos Ciganos. Tinham esses meninos, como dissemos, pouco mais ou menos a mesma idade
que ele: porém acostumados à vida vagabunda, conheciam toda a cidade, e a percorriam sós, sem
que isso causasse cuidado a seus pais; nunca faltavam a acompanhamento de via-sacra, nem a outra
qualquer coisa desse gênero. Encontrando-se nessa noite, como já sabem os leitores, com o nosso
futuro clérigo, a ele se associaram, e o carregaram para casa de seus pais, onde, como de costume,
havia festa de ciganos (e este costume ainda hoje se conserva); faziam, dissemos, festa todos os
dias, porém motivavam-na sempre. Hoje era um batizado, amanhã um casamento, agora anos deste,
logo anos daquele, festa deste, festa daquele santo. Na noite de que tratamos havia um oratório
armado, e festejava-se um santo de sua devoção; não lhe sabemos o nome.
Pelo caminho o menino teve alguns escrúpulos e quis voltar, porém os outros tal pintura lhe
fizeram do que ele ia ver se os acompanhasse, que decidiu-se a segui-los até onde quisessem.
Chegaram enfim à casa, onde já tinha começado a festa.
Ao lado esquerdo da sala estava o oratório iluminado por algumas pequenas velas de cera,
sobre uma mesa coberta com uma toalha branca, servia-lhe de espaldar uma colcha de chita com
folhos. Em roda da sala estavam colocados assentos de toda a natureza, bancos, cadeiras, etc., onde
se assentavam os convidados. Não eram estes em pequeno número, eram ciganos e gente do país;
traziam toilettes de toda a casta, do sofrível para baixo; mostravam-se alegres e dispostos a
aproveitarem bem a noite.
Os meninos entraram sem que alguém reparasse neles e foram colocar-se junto do oratório.
Daí a pouco começou o fado.
Todos sabem o que é fado, essa dança tão voluptuosa, tão variada, que parece filha do mais
apurado estudo da arte. Uma simples viola serve melhor do que instrumento algum para o efeito.
O fado tem diversas formas, cada qual mais original. Ora, uma só pessoa, homem ou
mulher, dança no meio da casa por algum tempo, fazendo passos os mais dificultosos, tomando as
mais airosas posições, acompanhando tudo isso com estalos que dá com os dedos, e vai depois
pouco e pouco aproximando-se de qualquer que lhe agrada; faz-lhe diante algumas negaças e
viravoltas, e finalmente bate palmas, o que quer dizer que a escolheu para substituir o seu lugar.
Assim corre a roda toda até que todos tenham dançado.
Outras vezes um homem e uma mulher dançam juntos; seguindo com a maior certeza o
compasso da música, ora acompanham-se a passos lentos, ora apressados, depois repelem-se, depois
juntam-se; o homem às vezes busca a mulher com passos ligeiros, enquanto ela, fazendo um
pequeno movimento com o corpo e com os braços, recua vagarosamente, outras vezes é ela quem
procura o homem, que recua por seu turno, até que enfim acompanham-se de novo.
Há também a roda em que dançam muitas pessoas, interrompendo certos compassos com
palmas e com um sapateado às vezes estrondoso e prolongado, às vezes mais brando e mais breve,
porém sempre igual e a um só tempo.
Além destas há ainda outras formas de que não falamos. A música é diferente para cada
uma, porém sempre tocada em viola. Muitas vezes o tocador canta em certos compassos uma
cantiga às vezes de pensamento verdadeiramente poético.
Quando o fado começa custa a acabar; termina sempre pela madrugada, quando não leva de
enfiada dias e noites seguidas e inteiras.
O menino, esquecido de tudo pelo prazer, assistiu à festa enquanto pôde; depois chegou-lhe
o sono, e reunindo-se com os companheiros em um canto, adormeceram todos embalados pela viola
e pelo sapateado.
Quando amanheceu acordou sarapantado; chamou um dos companheiros, e pediu que o
levasse para casa.
O padrinho ia saindo para começar nas pesquisas quando esbarrou com ele.
— Menino dos trezentos... onde te meteste tu?...
— Fui ver um oratório... Não diz que eu hei de ser padre?!...
O padrinho olhou-o por muito tempo, e afinal, não podendo resistir ao ar de ingenuidade
que ele mostrava, desatou a rir, e levou-o para dentro já completamente apaziguado.

publicado por portucalia às 11:46

Janeiro 09 2013

09/01/2013

 às 6:31

Gurgel não se intimida com gritaria petista, e Ministério Público vai investigar Lula

Sete anos e meio depois de o escândalo do mensalão ter vindo à luz, a investigação daquelas safadagens finalmente chega perto de Luiz Inácio Lula da Silva, chefe inconteste do PT. Convenham: é por onde tudo deveria ter começado. O Ministério Público decidiu investigar Lula, tendo como base asacusações feitas por Marcos Valério. Segundo o publicitário, que operou o esquema do mensalão em parceria com petistas, o então presidente foi um dos beneficiários pessoais da lambança. Leiam trecho da reportagem de Felipe Recordo e Alana Rizzo, publicada no Estadão desta quarta. Volto em seguida.

*
O Ministério Público Federal vai investigar o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva com base na acusação feita pelo operador do mensalão, Marcos Valério, de que o esquema também pagou despesas pessoais do petista. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, decidiu remeter o caso à primeira instância, já que o ex-presidente não tem mais foro privilegiado. Isso significa que a denúncia pode ser apurada pelo Ministério Público Federal em São Paulo, em Brasília ou em Minas Gerais.

A integrantes do MPF Gurgel tem repetido que as afirmações de Valério precisam ser aprofundadas. A decisão de encaminhar a denúncia foi tomada no fim de dezembro, após o encerramento do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF). Condenado a mais de 40 anos de prisão, Valério, que até então poupava Lula, mudou a versão após o julgamento.

Ainda sob análise do procurador-geral da República, o depoimento de Valério em setembro do ano passado, revelado pelo Estado, e os documentos apresentados por ele serão o ponto chave da futura investigação que, neste caso, ficaria circunscrita ao ex-presidente.

O procurador da República que ficar responsável pelo caso poderá chamar o ex-presidente Lula para prestar depoimento. Marcos Valério também poderá ser chamado para dar mais detalhes da acusação feita ao Ministério Público em 24 de setembro, em meio ao julgamento do mensalão. Petistas envolvidos no esquema sempre preservaram o nome de Lula desde que o escândalo do mensalão foi descoberto, em 2005.
(…)
No depoimento de 13 páginas, Valério disse ter passado dinheiro para Lula arcar com “gastos pessoais” no início de 2003, quando o petista já havia assumido a Presidência. O empresário relatou que os recursos foram depositados na conta da empresa de segurança Caso, de propriedade do ex-assessor da Presidência Freud Godoy. Nas palavras de Valério, Godoy era uma espécie de “faz-tudo” de Lula.

Ao investigar o mensalão, a CPI dos Correios detectou, em 2005, um pagamento feito pela SMPB, agência de publicidade de Valério, à empresa de Freud. O depósito foi feito, segundo dados do sigilo quebrado pela comissão, em 21 e janeiro de 2003, no valor de R$ 98,5 mil.
(…)
No depoimento, Valério disse que esse dinheiro tinha como destinatário o ex-presidente Lula. Ele, no entanto, não soube detalhar quais as despesas do ex-presidente foram pagas com esse dinheiro. Conforme pessoas próximas, Valério afirmou que esse pagamento ocorreu porque o governo ainda não havia descoberto a possibilidade de gastos com cartões corporativos.

Gurgel volta de férias na próxima semana e vai se debruçar sobre o assunto. A auxiliares, o procurador já havia indicado que seria praticamente impossível arquivar o caso sem qualquer apuração prévia. No fim do ano, a subprocuradora Cláudia Sampaio e a procuradora Raquel Branquinho, que colheram o depoimento de Valério, foram orientadas por Gurgel a fazer um pente fino nas denúncias.
(…)

Voltei
A investigação vai chegar a algum lugar? Vamos ver. Ninguém, nem mesmo os petistas, acredita que uma operação daquele vulto tenha sido desfechada sem o consentimento e o estímulo do “chefe”. Segundo Valério, Lula sempre esteve no comando.

Em meados de setembro, reportagem  de capa de VEJA trazia o conteúdo das conversas que Valério mantinha com seus interlocutores: coincide, em grande parte, com o que conhecemos de seu depoimento ao Ministério Público.

Desde a reportagem de VEJA, os petistas deram início a uma verdadeira operação de guerra para blindar o Babalorixá de Banânia. “Não ousem tocar nele!”, gritam por aí, como se Ministério Público e Poder Judiciário existissem para satisfazer as vontades do poderoso chefão.

O trabalho de intimidação revelou-se, até agora, inútil. É evidente que as acusações feitas por Valério têm de ser investigadas. O Brasil não é a Venezuela. Não temos, não ainda, um caudilho acima da lei.

Por Reinaldo Azevedo
publicado por portucalia às 11:41

Janeiro 09 2013

Quarta-feira, dia 09 de Janeiro de 2013

Quarta-feira do Tempo Natal depois da Epifania.


Santo do dia : Santo André Corsini, bispo, +1374,  Santo Adriano de Cantuária, abade, +710 

Ver comentário em baixo, ou carregando aqui 
Odes de Salomão : «Tranquilizai-vos: sou Eu; não temais!» 

1ª Carta de S. João 4,11-18.

Caríssimos: Se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros. 
A Deus nunca ninguém o viu; se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e o seu amor chegou à perfeição em nós. 
Damos conta de que permanecemos nele, e Ele em nós, por nos ter feito participar do seu Espírito. 
Nós o contemplámos e damos testemunho de que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 
Quem confessar que Jesus Cristo é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. 
Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele. 
É nisto que em nós o amor se mostra perfeito: em estarmos cheios de confiança no dia do juízo, pelo facto de sermos neste mundo como Ele foi. 
No amor não há temor; pelo contrário, o perfeito amor lança fora o temor; de facto, o temor pressupõe castigo, e quem teme não é perfeito no amor. 


Evangelho segundo S. Marcos 6,45-52.

Depois de ter matado a fome a cinco mil homens, Jesus obrigou logo os seus discípulos a subirem para o barco e a irem à frente, para o outro lado, rumo a Betsaida, enquanto Ele próprio despedia a multidão. 
Depois de os ter despedido, foi orar para o monte. 
Era já noite, o barco estava no meio do mar e Ele sozinho em terra. 
Vendo-os cansados de remar, porque o vento lhes era contrário, foi ter com eles de madrugada, andando sobre o mar; e fez menção de passar adiante. 
Mas, vendo-o andar sobre o mar, julgaram que fosse um fantasma e começaram a gritar,
pois todos o viram e se assustaram. Mas Ele logo lhes falou: «Tranquilizai-vos, sou Eu: não temais!» 
A seguir, subiu para o barco, para junto deles, e o vento amainou. E sentiram um enorme espanto, 
pois ainda não tinham entendido o que se dera com os pães: tinham o coração endurecido. 



Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org 



Comentário ao Evangelho do dia feito por : 

Odes de Salomão (texto cristão hebraico do início do século II) 
Nº 7 

«Tranquilizai-vos: sou Eu; não temais!»

A minha alegria é o Senhor, 
E o meu impulso é para Ele. 
Belo é o meu caminho para o Senhor, 
Porque Ele é o meu apoio. 
Ele Se me deu a conhecer a Si próprio na Sua simplicidade, 
Na Sua generosidade para comigo despiu-Se da Sua grandeza. 
Fez-Se semelhante a mim para que eu O recebesse; 
Fez-Se semelhante a mim para que eu me revestisse d'Ele. 
Não tive medo ao vê-l'O, 
Porque Ele é a minha misericórdia. 
Ele tomou a minha natureza para que eu o compreenda, 
E a minha aparência para que não me afaste d'Ele. 
Aquele que dá o conhecimento é o Verbo, a Palavra de conhecimento. 
Ele, que criou a sabedoria, é mais sábio que tudo o que criou. 
Ele que me criou sabia, antes que eu fosse, 
O que eu faria quando existisse. 
Devido a isso, teve compaixão na Sua misericórdia 
E concedeu-me que reze
E que beneficie do Seu sacrifício.


Sim, Deus é eterno, 
É a plenitude dos mundos e é seu Pai.
Ele manifestou-Se aos Seus, 
Para que eles reconhecessem quem os criou, 
E não julgassem que tinham a sua origem em si mesmos. 
Ele abriu caminho ao conhecimento, 
Ampliou-o, prolongou-o e conduziu-o à perfeição. 
Pôs nele as marcas da Sua luz, 
E os Seus vestígios, do início até ao final, 
Porque o conhecimento é obra Sua. 


Ele depositou todo o Seu amor no Filho. 
Devido à Sua salvação, exercerá a Sua omnipotência, 
E o Altíssimo será conhecido pelos Seus santos,
Que anunciarão a vinda do Senhor aos que cantam, 
Para que estes vão ao Seu encontro 
E Lhe cantem na alegria.

publicado por portucalia às 11:33

PORTUCÁLIA é um blog que demonstra para os nossos irmãos portugueses como o governo brasileiro é corrupto. Não se iludam com o sr. Lula.Textos literários e até poesia serão buscados em vários autores.
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