PORTUCÁLIA

Agosto 22 2013

EVANGELHO QUOTIDIANO

"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna". João 6, 68


Quinta-feira, dia 22 de Agosto de 2013

Quinta-feira da 20ª semana do Tempo Comum


Festa da Igreja : Nossa Senhora Rainha
Calendário da Igreja disponível este dia 
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São Nersés Snorhali : «Vinde às bodas» 

Livro de Juízes 11,29-39a.

Naqueles dias, o espírito do Senhor desceu sobre Jefté; Jefté atravessou Guilead e Manassés; depois, Mispá de Guilead; de Mispá de Guilead atravessou a fronteira dos amonitas. 
Jefté fez um voto ao SENHOR, dizendo: «Se realmente entregas nas minhas mãos os amonitas, 
pertencerá ao SENHOR quem quer que saia das portas da minha casa para me vitoriar pelo meu regresso a salvo da terra dos amonitas; eu oferecê-lo-ei em holocausto.» 
Então, Jefté marchou contra os amonitas e travou combate contra eles; o SENHOR entregou-os nas suas mãos. 
Derrotou-os desde Aroer até às proximidades de Minit, tomando-lhes vinte cidades, e até Abel-Queramim; foi uma derrota muito grande; deste modo, os amonitas foram humilhados pelos filhos de Israel. 
Quando Jefté regressou a sua casa em Mispá, eis que sua filha saiu para o vitoriar, dançando e tocando tamborim; ela era filha única; não tinha mais filhos nem filhas. 
Ao vê-la, rasgou as suas vestes e disse: «Ai, minha filha! Tu fazes-me lançar no desespero! Tu és a minha desgraça! Eu falei demais na presença do SENHOR; agora não posso tornar atrás.» 
Ela disse-lhe: «Meu pai, tu falaste demais na presença do SENHOR; faz comigo segundo o que saiu da tua boca, pois o SENHOR deu-te a vingança contra os teus inimigos, os amonitas.» 
Depois, disse a seu pai: «Concede-me o seguinte: deixa-me sozinha durante dois meses para que eu vá vaguear pelas montanhas, chorando a minha virgindade, eu e as minhas companheiras.» 
Ele disse: «Vai.» E deixou-a partir durante dois meses; ela foi com as suas companheiras e chorou sobre as montanhas a sua virgindade. 
Ao fim de dois meses, voltou para junto de seu pai; este cumpriu nela o voto que havia feito. Ora ela não conhecera homem e foi assim que nasceu em Israel 


Evangelho segundo S. Mateus 22,1-14.

Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se de novo aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo e, falando em parábolas, disse-lhes: 
«O Reino do Céu é comparável a um rei que preparou um banquete nupcial para o seu filho. 
Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não quiseram comparecer. 
De novo mandou outros servos, ordenando-lhes: 'Dizei aos convidados: O meu banquete está pronto; abateram-se os meus bois e as minhas reses gordas; tudo está preparado. Vinde às bodas.’ 
Mas eles, sem se importarem, foram um para o seu campo, outro para o seu negócio. 
Os restantes, apoderando-se dos servos, maltrataram-nos e mataram-nos. 
O rei ficou irado e enviou as suas tropas, que exterminaram aqueles assassinos e incendiaram a sua cidade. 
Disse, depois, aos servos: 'O banquete das núpcias está pronto, mas os convidados não eram dignos. 
Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas todos quantos encontrardes.’ 
Os servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos aqueles que encontraram, maus e bons, e a sala do banquete encheu-se de convidados. 
Quando o rei entrou para ver os convidados, viu um homem que não trazia o traje nupcial. 
E disse-lhe: 'Amigo, como entraste aqui sem o traje nupcial?’ Mas ele emudeceu. 
O rei disse, então, aos servos: 'Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.’ 
Porque muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos.» 



Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org 



Comentário do dia: 

São Nersés Snorhali (1102-1173), patriarca arménio 
Jesus, Filho unigénito do Pai, §§ 683-687; SC 203 

«Vinde às bodas»


Para vir às bodas 
Que o Pai Te preparou, ó Filho unigénito, 
Também a voz de teus servos me chamou, 
Para me deliciar em alegrias inefáveis, 
Já aqui na terra, no mistério do teu altar, 
E, um dia, nas alturas da cidade santa (Ap 21,2ss), 
Num júbilo eterno, 
Inexprimível e imutável. 


Mas como não trago vestido o traje nupcial 
Digno da sala do banquete, 
Pois maculei as vestes da fonte sagrada do baptismo 
Com estes pecados negros da alma, 
Peço-Te, Ó Senhor insondável […], 
Reveste-me de novo de Ti (cf Gl 3,27), 
E devolve o antigo esplendor 
Às minhas primeiras vestes agora maculadas. 


Para que eu não ouça a tua voz, Senhor, 
Pronunciar a palavra «amigo» com expressão digna de piedade, 
E que também eu não seja, como aquele, lançado 
Nas trevas para sempre.

publicado por portucalia às 23:33

PORTUCÁLIA é um blog que demonstra para os nossos irmãos portugueses como o governo brasileiro é corrupto. Não se iludam com o sr. Lula.Textos literários e até poesia serão buscados em vários autores.
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